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ago 30 2013

Frequências, Ressonâncias e o Universo

A Terra tem mais semelhanças com o corpo humano do que você pode pensar.
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Tudo que o corpo faz, a célula também faz. Células têm sistemas respiratórios e excretores, elas se alimentam, sentem, pensam e se comunicam com outras células. Trilhões de células formam um único organismo chamado corpo humano e bilhões de corpos humanos ajudam a formar o organismo que chamamos de Terra. A Terra tem mais semelhanças com o corpo humano do que você pode pensar. A Terra tem sua própria geração eletromagnética igual ao corpo humano.

Pesquisas revelaram que uma corrente elétrica direta flui pelas células Peri neurais encontradas ao redor de cada nervo no corpo. Esses caminhos são chamados meridianos de energia e vêm sendo usados na prática de acupuntura pelo menos nos últimos dois mil anos. Mais anterior ainda é a noção das linhas do dragão ou linhas ley nas quais muitas estruturas megalíticas e monumentos de pedra foram erguidos, marcando os meridianos energéticos da Terra. Esses meridianos energéticos são gerados pelas freqüências ressonantes da Terra chamadas de Ressonância Schumann.

Cada corpo planetário tem sua própria ressonância.
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Cada corpo planetário tem sua própria ressonância, que é determinada por sua circunferência e diâmetro assim como pela velocidade de órbita e rotação. A freqüência de ressonância da Terra começa em 7.83 Hz e termina na sétima harmônica, em 43.2 Hz, ligando-se com os sete chakras.
>Por fim, a maior descoberta da nossa Terra é a sua consciência. Um atributo visível da consciência é o campo energético que rege o formato dos organismos. Morfogênese é um termo científico para explicar essa formatação de tecidos, órgãos e organismos completos.

Os padrões de ondas ressoam na estrutura craniana da nossa cabeça e convergem para o centro de nosso cérebro, que é onde encontramos a glândula pineal. Muitas culturas acreditam que a glândula pineal seja o terceiro olho espiritual, responsável pela intuição. Descartes a chamou de “centro da alma”, onde corpo e mente se encontram.

Ondas eletromagnética.
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Cada célula no nosso corpo recebe um impulso eletromagnético de nosso sistema nervoso central. Elas recebem o mesmo impulso que foi disseminado para cada instrumento biológico da Terra. Uma explicação para nosso universo consciente já foi tentada pela religião, pela ciência e pela filosofia.
Nossa ciência desatualizada só explicou o mundo físico capturado por nossos cinco sentidos. É somente em religiões esotéricas, misticismo, e em campos quânticos da ciência que encontramos qualquer tentativa de explicar onde pensamentos e emoções cabem nesse mundo de percepções sensoriais.

Agora também entendemos que a Humanidade é uma comunidade de células no organismo da Terra. Isso era compreendido pelos filósofos antigos e pelos alquimistas que se referiam à essência espiritual do mundo como a anima mundi, a ‘Alma do Mundo’. Mesmo a linguagem, Logos, a comunicação de todas e quaisquer coisas na natureza depende desse princípio.

Descobriu-se que esse fenômeno é uma das forças primárias que move a evolução biológica ao longo de seu caminho. O cientista Dan Winter reproduziu um experimento para provar que línguas antigas como hebraico e sânscrito, quando faladas, criam uma freqüência vibratória que move a matéria para “padrões geométricos sagrados” depois de mais investigações. Hebraico, sânscrito, aramaico e o árabe e outros dialetos mais antigos tem raízes mais antigas em uma aparente linguagem gaélica e possivelmente uma origem ainda mais ancestral, muito possivelmente suméria.

Em “A Ciência do Mantra”, de Swami Murugesu, ele afirma que quando uma pessoa entoa certa palavra em sânscrito enquanto a chama de uma vela é filmada, A intensidade e a cor da chama mudam devido à freqüência que a palavra emitiria. Em suas próprias palavras: Certos sons podem afetar nossa circulação e sistema nervoso… Qualquer mudança que essas vibrações causem se estendem à mente de uma pessoa e também à atmosfera circundante, causando calor ou frio.

O conhecimento redescoberto da ciência do som mostra que o som é algo além de meros sinais vibratórios O som não só interage com a vida como também a mantém e desenvolve. Ele age como um condutor da intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras.

Frequências, Ressonância da fala.
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O doutor Lenon Orwell afirma em seu trabalho sobre o DNA: “… um terço do córtex motor-sensorial do cérebro se dedica à língua, à cavidade oral, aos lábios e à fala.”. Em outras palavras, as emissões orais de freqüência faladas ou cantadas exercem poderoso controle sobre a vida, vibrando genes que influenciam totalmente o bem-estar e mesmo a evolução das espécies.

Nos anos 90, três cientistas premiados com o Nobel de medicina realizaram pesquisa avançada que revelou que a função primária do DNA não é a síntese proteica, como se acreditou largamente no século passado, mas sim a recepção e transmissão de energia eletromagnética. Menos de 3% das funções do DNA envolvem fabricação de proteínas; mais de 90% de suas funções estão nos campos da bioacústica e da sinalização bioelétrica. Raciocinando sobre isso, percebemos que estamos intimamente ligados a todo o universo que nos rodeia de forma tão intrínseca, que nossa estrutura essencial é feita para captar as vibrações e ressonâncias existem e interagir com elas, através de frequências em resposta.

Esse sistema de comunicação em nosso corpo também existe entre as pessoas e é o que se conhece por ressonância mórfica. Isso era sabido pelos xamãs, sábios e iniciados da antiguidade. Esses ensinamentos eram um lugar comum em culturas pré-históricas. Não era por mero acaso que expressões artísticas e rituais eram a pedra angular de todas as civilizações antigas. A arte era usada como um método pessoal de exercitar o conteúdo sombrio da psique e trazê-lo para a mente consciente. Isso era visto literalmente como terapia psíquica. Os rituais se baseavam em datas astrológicas. Os xamãs realizavam rituais em datas astrológicas que se relacionavam com um ritmo circadiano ou ciclo psicológico. Esses rituais mantinham os humanos participantes conscientes do todo interior e evitavam a repressão de conteúdo psicológico.

Equilíbrio.
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Recentemente verificou-se que essa freqüência também ocorre através de vácuo universal, sendo este quase como um “eco advindo do início da expansão cósmica”. Assim, essa freqüência é transmitida por todos pelo espaço-tempo e ressoa em nosso planeta, que por sua vez a retransmite por todos os seres vivos aqui existentes. Estes novamente a retransmitem a todas suas células, que respondem novamente ao universo da mesma forma. É um diálogo direto com a existência e uma forma única de entender a ligação entre tudo e todos!

Por vários anos essa freqüência e a vida se desenrolavam em relativo equilíbrio. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz. Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais teria base real nesse transtorno da ressonância Schumann.

Equilíbrio da Alma.
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Gaia, esse super-organismo vivo que é a Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui, abre-se espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançosos, como a irrupção da quarta dimensão, pela qual todos serão mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o biorritmo da Terra.

Será que essa é a grande transformação mencionada pelos Maias e outras tantas civilizações antigas. Talvez o apocalipse não deva ser entendido como o fim de tudo, e sim algo próximo a carta da Morte, no tarô (renovação e transformações).

A resposta só o tempo nos dirá. Mas acalmem-se, afinal falta pouco para o famigerado 2012. A nós, devemos buscar uma nova forma de complementação. Um que não seja tão artificial, como tem sido nos últimos séculos, mas de nos sintonizarmos novamente com essa voz maior. Essa voz que vem de dentro de nós, e sempre diz o que devemos fazer ou não. Aquele sexto sentido que por vezes ignoramos, mas que sempre acerta. A voz que ao mesmo tempo vem de dentro de nós e de fora. O tudo e o nada. Nossa mente individual e nossa consciência universal.

Assistam a palestra do Prof. Laércio Fonseca sobre Ressonância

Fonte: Henrique Guilherme, O Arquivo.
Editado por: Arquivo X do Brasil.

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