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set 20 2013

Alguns documentos Secretos no Brasil dos anos 50

Caso Araras

Em 1955, a Aeronáutica Brasileira recebeu um relato de um agricultor sobre o avistamento e possível pouso do Objeto Voador Não Identificado, Abaixo o Documento divulgado pela FAB.



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Caso Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

07 de Maio de 1952  O Caso da Barra da Tijuca teve seu início em 7 de maio de 1952, quando dois repórteres (Ed Keffel e João Martins) que realizavam uma reportagem sobre a Barra teriam fotografado um disco voador em evoluções sobre a região. Tal fato foi amplamente divulgado pela extinta Revista O Cruzeiro em sua edição de 17 de maio de 1952, que trazia um encarte extra com o título Disco Voador na Barra da Tijuca. Os repórteres teriam obtido 5 fotografias do referido objeto.O caso tornou-se conhecido no mundo inteiro despertando o interesse de ufólogos e autoridades. Até mesmo a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou investigações nas fotografias confirmando sua autenticidade. Mais tarde a Força Aérea Americana realizou outro estudo nas imagens também confirmando sua autenticidade. Estas baterias de testes que confirmaram as imagens aumentaram a confiança dos ufólogos nas imagens e por décadas ela foi citada em livros, revistas, palestras e reportagens.A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou agentes à paisana ao local onde as imagens teriam sido obtidas e realizou testes com tampas, calotas discos de papelão. Esta investigação ocorreu apenas 3 dias depois de obtidas estas fotografias. Estes oficiais produziram um relatório bem minucioso confirmando a autenticidade das imagens. No final de 2008 os documentos gerados nesta investigação finalmente tornaram-se desclassificados e podem ser lidos logo abaixo:

 

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Caso da Ilha de TrindadeO caso da Ilha de Trindade é um dos mais importantes casos da Ufologia Brasileira e Mundial, sendo citado ainda hoje em diversos sites, revistas e jornais ufológicos. Isso se deve pela qualidade das imagens e dos testemunhos associados ao caso.Em 16 de janeiro de 1958 o navio Almirante Saldanha, da Marinha do Brasil, estava próximo à Ilha de Trindade, no litoral brasileiro e sua tripulação fazia pesquisas associadas ao Ano Geofísico Internacional. O evento desta data, em que foram obtidas fotografias de um disco-voador, é o ápice de uma série de fenômenos verificados na ilha nas semanas anteriores e testemunhados por operários, marinheiros e oficiais em várias ocasiões entre dezembro de 1957 e janeiro de 1958. Destes, pelo menos cinco incidentes haviam chamado a atenção pois tiveram como testemunhas oficiais de alta patente, cientistas e outros especialistas presentes no local.

Em 1958 Almiro Baraúna, Fotógrafo Profissional, estava a bordo de um Navio da Marinha Brasileira numa viagem à Ilha da Trindade e por uma acaso teve a oportunidade de bater 4 Fotografias de um Objeto Voador Não Identificado.

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O Caso Forte Itaipu, 1957

Às duas horas da manhã, dois soldados que estavam de sentinelas no forte notaram um brilho intenso no céu, perceberam que um objeto que emitia o brilho, vinha descendo em altissíma velocidade em direção ao forte. Aproximadamente uns trezentos metros do forte, o objeto voador não identificado pelos soldados, parou. Na distancia que se encontrava o objeto, as sentinelas puderam verificar que o OVNI não mais emitia o brilho intenso e era de forma circular, com mais ou menos trinta metros de diâmetro.

Subitamente, o OVNI começou a emitir um forte ruído, e uma forte onda de calor, que imediatamente atingiu os soldados, embora não houvesse nenhuma chama ou luz aparente. As roupas dos soldados se incendiaram espontaneamente, e um deles não aguentou o intenso calor e desmaiou. O outro se protegeu debaixo de um canhão. Seus gritos alertaram as tropas que estavam por ali, mas a energia elétrica caiu antes que pudessem reagir.

Alguns segundos depois, a energia voltou assim que a onda de calor parou. Alguns soldados conseguiram chegar a tempo de verificar o suposto objeto subindo ao céu. Os soldados queimados   foram levados para o interior do quartel onde receberam atendimento médico. O comandante do forte enviou uma mensagem ao quartel general do Exército Brasileiro.

Como os Estados Unidos tinham maiores conhecimentos sobre tais objetos voadores não identificados, as autoridades brasileiras pediram ajuda a embaixada americana nas investigações. O Alto comando do Exército Brasileiro e membros de investigação sobre OVNIs, da Força Aérea Americana foram para o forte, com mais alguns investigadores da Força Aérea Brasileira. Os investigadores ouviram dos soldados todo o relato e discutiram sobre o quê teria levado o suposto objetos a atacar.

Até o presente momento, não houve uma resposta oficial, tanto do exercito e da aeronáutica para o caso. Um oficial da FAA, buscando alguma razão que levou o OVNI a atacar as sentinelas, comentou sobre o relatório do Projeto Sign, no qual membros disseram acreditar que uma raça avançada,  de origem desconhecida, esteve observando a Terra. Sobre o caso, ele afirmou:

Esta provável civilização poderia observar que na Terra nós possuímos bombas atômicas e estamos aperfeiçoando rapidamente os foguetes espaciais. Em vista da história pregressa da humanidade  guerra freqüentes mostrando uma raça humana beligerante, então tiraram a conclusão não somos de confiança e com isso eles devem ter ficado alarmados. De acordo com isso, o principal objetivo dos alienígenas seria vigiar os nossos aperfeiçoamentos espaciais, temendo que possamos nos tornar uma ameaça para outros planetas, ou prováveis colonias instaladas em planetas ou satélites vizinhos. Se essa hipótese for verdadeira, ela pode ser ampliada para ligar o lançamento dos satélites Sputiniks com o ataque ao Forte Itaipu. Porém, isso pareceu um absurdo para todos os investigadores, pois, significaria que os alienígenas estariam preocupados com os nossos primeiros passos no espaço, e por espaçonaves pequenas tão primitivas que pareceriam uma carroça  comparada com uma Ferrari. Isso significaria também que aquelas queimaduras tinham a finalidade de demonstrar as armas superiores que eles poderiam usar contra os exploradores agressivos vindos da Terra. Porém, nós estávamos ainda longe do voo espacial tripulado, até mesmo para a Lua.

Abaixo o documento da Embaixada Brasileira em Washington.

Tradução do documento

Às duas horas na manhã do dia 04 de novembro de 1957, no Forte Itaipu, localizado nas proximidades de Santos, São Paulo, segundo o relatório para pelo Dr. Olavo Fontes, onde dois guardas de plantão no topo da torre mais alta que ficava de frente para o mar. De repente, uma luz de cor laranja apareceu e rapidamente se posicionou a aproximadamente 50 metros acima dos guardas. Com armas automáticas inoperáveis, Eles assistiram ao estranho brilho e ruído de alta frequência que emergia do objeto estranho. De repente, os dois guardas foram atingidos por uma onda de calor insuportável, derrubando um dos guardas inconsciente. A outra pensava ser em chamas, e gritou para alertar outras pessoas. As tropas no Fort Rapidamente tornou-se alarmado duas a uma falha de todos os sistemas de energia, incluindo luzes, elevadores e armas. Três minutos depois, o poder voltou com muitos oficiais que afirmam ter visto o estranho objeto rapidally subir para o céu. Os dois guardas sofreu queimaduras de primeiro grau eo segundo mais de 10% de seus corpos. O sistema de alarme e os relógios automáticos elétricos que foram originalmente definido para cinco horas, esnt fora às 2:30 da manhã do exame. Após o incidente, o Forte foi encerrado e Investigações realizadas pela Polícia Secreta do Brasil e depois alas pelos Funcionários norte-americanos foram realizados. Os resultados foram notas disponibilizadas.

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Caso João de Freitas Guimarães.

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Caso Varig

 

 
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