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jan 25 2015

Pesquisador narra a busca de ovni’s na Serra da Beleza.

ARTHUR FERREIRA – Pioneiro na pesquisa de campo na região da Serra da Beleza encontrou uma incidência do fenômeno Ovni que remonta há pelos menos 50 anos e foi relatado pelos moradores da região em mais de 400 casos documentados por ele..
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A história da ufologia brasileira tem como um de seus principais capítulos a pesquisa na Serra da Beleza, iniciada pelo renomado ufólogo Marco Antônio Petit, em 1982, em Conservatória, distrito de Valença, Rio de Janeiro. Pioneiro na pesquisa de campo na região, Petit encontrou uma incidência do fenômeno Ovni que remonta há pelos menos 50 anos e foi relatado pelos moradores da região em mais de 400 casos documentados por ele.

Eu me juntei ao grupo de pesquisa em 1989 e, desde então, vimos muitas manifestações. Aprendemos que diante de uma experiência ufológica real o menos relevante é fotografar ou filmar. Foi exatamente isso que aconteceu em 3de agosto do ano passado, um sábado, por volta de 21h30m, em uma noite limpa de céu estrelado. Eu e o pesquisador Júlio Ferri, estávamos em vigília desde as 17h, em um platô, ponto de observação dentro de uma fazenda onde temos autorização de pesquisa.

Esse é um ponto de fluxo de carros que transitam na região e os faróis podem confundir quem não está acostumado com a pesquisa de campo. Fizemos um pacto e lançamos um pensamento de que não iríamos fotografar nem filmar, caso tivéssemos um avistamento. Minutos depois comecei a ver clarões no céu, à nossa direita, bem próximo ao horizonte. Não podia ser relâmpago, pois o céu estava claro e estrelado. Foram cinco clarões como flashes, mas grandes. Olhamos na direção contrária e vimos uma luz gigantesca que ocupava toda a montanha e toda a estrada.

Vimos perfeitamente um carro passando embaixo da luz e a reação do motorista que vinha acelerando, mas quando viu a luz quase parou, depois prosseguiu lentamente. Debaixo da luz dava para ver as lanternas traseiras dentro daquela luminosidade toda. Quando o motorista ultrapassou o limite mais central da luz, ele acelerou visivelmente apavorado.

De repente, Júlio pegou a máquina para fotografar e para nossa surpresa a luz se fechou. Pelo binóculo eu via perfeitamente que ela permanecia lá, só que pequena e vermelha. Bati na mão dele e falei que havíamos combinado de não fotografar. “Guarda a máquina”, eu gritei. Ele guardou e a luz voltou, com toda intensidade. Naquele momento percebi que estávamos interagindo com eles.
Ficamos em êxtase. Tudo acontecia a um quilômetro de distância mais ou menos. A luz tinha um arco de uns 40 metros de diâmetro ou mais, era branca luminescente, seu núcleo era azul cintilante, parecia viva. Ao sair da fazenda passamos por uma porteira que antecede uma mata fechada. Júlio saiu do carro para abri-la e quando ele estava passando eu senti uma pancada enorme no carro, acompanhada de um estrondo e um tranco que sacudiu o veículo na lateral direita. Imediatamente pensei que havia calculado errado e enfiado o carro na porteira.

De fora do carro, Júlio ouviu e sentiu a mesma coisa. Ele pensou que eu tinha atropelado algum bicho. Saí do carro e constatamos que não havia nenhum arranhão, nenhum amassado, o carro estava intacto. No caminho para a cidade, que fica a 12 quilômetros, paramos quatro vezes, pois não entendíamos o acontecido. Especulei que poderia ser um animal, mas não ouvimos nenhum barulho na mata cujas folhas estavam secas.
Até hoje não conseguimos explicação. Ufologicamente, acredito que o objeto poderia estar ali em uma condição invisível e, ao partir, provocou deslocamento de ar, um barulho, mas provavelmente em outra condição extrafísica. Hoje tenho a intuição de que os seres que estão na região não querem ser fotografados e nem filmados.

Assistam ao Vídeo abaixo:

Fonte: ARTHUR FERREIRA, Ufólogo e pesquisador, O Tempo.
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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