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fev 15 2015

O Olho de Horus – A escola de Mistérios (Episódio 1) – Parte 1

O Olho de Horus.
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Esta História começa antes da destruição causada pelo Dilúvio. Quando ainda existia outra civilização na Terra sob o lugar que hoje, convertido em lenda, chamamos de Atlântida.

Tinham um sabedoria que era produto da evolução da consciência do homem por milhares de anos. Eram verdades aprendidas sobre o funcionamento do Universo, …

no processo que chamamos Vida. O estudo das constelações lhes revelou que a humanidade era uma união vivente entre o céu e a terra. E que as estrelas e os sóis a influenciaram formando estações, ciclos e ritmos.

Sábios Sacerdotes da Escola de conhecimento de Naacal, na Atlântida , descobriram que o planeta estava nos momentos finais de um destes ciclos.

Avisaram, sem que lhes desse ouvidos, de uma catástrofe eminente, que destruíram as estruturas que organizaram a vida do homem. Sem o apoio da maioria da população construíram alguns barcos fechados por todos os lados e os protegeram com campos eletromagnéticos de forças que podiam penetrar e dissolver a matéria.

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Comandados pelo sumo sacerdote Chiquitet Arelich Vomalites, subiram a bordo com suas famílias, alguns instrumentos, animais domésticos e afastaram-se de Atlântida.

O Planeta estremeceu, os céus derreteram e as águas arrasaram os continentes, apagando quase todos os rastros de sua civilização.

Balbek e Jerusalém

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Como evidencia, próximo ao Egito, foram encontrados gigantescos monumentos de pedra chamados Megálitos, que por seu tamanho, peso e difícil montagem revelam uma tecnologia desaparecida, certamente da civilização Atlante. A primeira evidencia esta em Balbek, Líbano. La se encontram os três maiores e mais pesados monumentos de pedra do mundo, chamados monólitos. Cada um pesa 1200 toneladas, mede 25 metros de comprimento, 8 de largura e 5 de altura. O maior peso que podemos, hoje, levantar com um guindaste é o ônibus espacial Discovery, que pesa somente 150 toneladas, 1/10 do peso dos monólitos. Não existe hoje tecnologia para levanta-los e muito menos para posiciona-los com tamanha precisão. O lugar onde foram talhados fica a 3 Km, onde se encontra uma pedra do mesmo tamanho que nunca foi utilizada, pelos construtores originais. Em virtude do seu tamanho a misteriosa plataforma tornou-se um lugar sagrado para as culturas,que depois do diluvio, se assentaram na região. Asírios, Persas, Gregos e por último os romanos, construíram os seus principais templos sobre a plataforma.

 

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A segunda evidência encontra-se em Jerusalém. A cidade é sagrada para três religiões. La existem outros desse megálitos, monumentos gigantescos, pesando cada um mais de 800 toneladas. Por seu enorme e inexplicável tamanho, também se converteram em lugares sagrados em volta dos quais cresceu Jerusalém. Fazem parte da enorme plataforma que sustentava o templo dos judeus e que hoje segura a mesquita de El Aksa e a cúpula da Roca. As pedras fazem parte das fundações do Muro das Lamentações. Hoje chega-se la por um tunel que revelou as enormes pedras.

Os megálitos de Balbek e Jerusalém faziam parte de construções desaparecidas com o cataclismo universal e permaneceram em seu lugar por serem tão imponentes. Este cataclismo destruiu a civilização atlante. Isso aconteceu por volta do ano 10900 AC. Quando o sistema solar transitava o signo de leão e esta registrado nos livros sagrados de todas as culturas do mundo.

A Terra emerge das águas.

 

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Quando se recuperou o equilíbrio, os sacerdotes sobreviventes ao cataclismo desembarcaram no centro da superfície terrestre, no lugar onde sabiam onde afluem as forças telúricas do planeta. Esperavam usar essas forças para dar impulso ao pensamento do homem, construindo maciças formas piramidais que ressoavam, concentravam e transformavam a vibração fundamental do planeta em energia.

Seres muito avançados espiritualmente, que tinham um conceito de progresso que não estava baseado em aquisições materiais, mas em encontrar a paz e a harmonia interior, transformando o limitado homem animal num super homem. Esses sacerdotes, em num momento que chamaram de Zep Tepi (O Tempo Novo), viram ressurgir da água um oásis estreito e longo, uma terra fértil rodeada pelo deserto protetor as margens de um longo rio… chamaram-no EGITO.

 

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A terra que emerge das águas, o pais de um único rio, o Nilo com as melhores condições para gerar uma nova civilização. Os sacerdotes viram o cataclismo como uma oportunidade de orientar a humanidade a um destino mais alto e estruturar nesse novo ciclo uma sociedade dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.

A esfinge demonstra os enormes ciclos de tempo que consideravam. Sua forma de leão com cabeça de homem ressalta o ciclo compreendido entre a era de leão e a de aquário, os tempos de influencia da nova civilização. Viam a vida como um processo desenhado por Deus, no qual o homem encarna sucessivamente para aperfeiçoar-se e ascender na hierarquia do universo. O espírito do homem que não entende o Criador e nem a razão do universo ou de sua própria existência se encarna num corpo para viver experiências que lhe permitam adquirir sabedoria e compreensão.

 

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Vida após vida.

 

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O lugar onde reencarna e experimenta tudo em dois extremos opostos, é um universo polarizado e dual, que permite a comparação entre as partes para compreender qual é a verdadeira. Aprende-se individualmente, o resultado de cada decisão e comportamento na vida. O sofrimento permite entender a felicidade. E a angustia permite entender a paz. Ao longo de muitas vidas, comparando os dois extremos, entende-se que a verdade esta no centro na neutralidade do amor. Através da reencarnação o homem compreende a vida, se transforma num ser que respeita tudo que existe, compreende que tudo tem sua função. Aceita que todas as circunstancias, mesmo as mais difíceis são perfeitas pois são lições para o aperfeiçoamento espiritual.

Vida após vida o homem vai subindo de nível, tem mais informação, permanece em paz e harmonia, maneja mais energia vital, se transforma num ser tolerante e respeitoso que alcança mais poderes. Compreende que no universo dual, em circunstancias contraditórias, a única coisa que não tem polaridade é o amor. O amor é neutro como Deus. Com o Zodíaco de Denderá, ensinaram que esse processo de aprendizagem concede a cada espírito um ciclo cósmico, 12 eras zodiacais. Um giro completo do sistema solar recebendo a radiação de cada uma das 12 constelações.

 

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Durante esses 25920 anos do ciclo cósmico, reencarna 700 vezes em diferentes corpos, lugares, tempos, circunstancias, condições e personalidades. Em cada vida aprende algo diferente. Cada vez nasce influenciado de diferentes maneiras pelas forças que as estrelas irradiam. Assim, todo o ser vivo cumpre um ciclo cósmico, recebendo energia das 12 constelações e as influencias dos céus, que marcam ritmos e produzem estados diferentes.

Conhecendo a relação desse processo de aprendizagem, das vidas do homem na terra com o movimento do planeta e do sistema solar, regeram os seus planos pelas estrelas. Estruturam um método para revelar informações sobre Deus, o universo e o processo de aperfeiçoamento durante milhares de anos. Uma forma de mostrar ao homem o que é a vida e para que existe. Estabeleceram fases para revelar informações sobre Deus ao povo, etapas que mudariam com as eras zodiacais na abóboda celeste. Épocas dedicadas a estudar como Deus criou o universo e depois a consciência do homem.

PARTE 2

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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