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fev 15 2015

O Olho de Horus – A escola de Mistérios (Episódio 1) – Parte 2

O Olho de Horus.
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Centros Religiosos – Cada fase da revelação foi dirigida por um centro religioso construído ao longo da coluna vertebral do Egito, o Nilo. Aturam  como os chacras, ou centros de transformação e distribuição de energia e informação ao corpo do pais. Desenvolveram em 4  épocas 4 centros religiosos, cada um deles dedicado a explicar e conseguir a compreensão do povo sobre uma fase do Génesis. 

Cada um deles dedicado a um momento distinto do único Deus, com nomes e formas simbólicas diferentes. O primeiro centro religioso estabeleceu-se em Annu, chamada heliópolis pelos gregos. Ao começar a era de gêmeos, no ano de 6620 aC, na época pré dinástica do Egito.

Uma época dedicada a simetria na arte e na arquitetura. Foi dedicada a revelar informações sobre as características, qualidades e significados de um Deus absoluto, o único Deus, a causa original o todo… que chamaram AMUM-RA, a unidade homogênea, estática, antes de manifestar o universo.

O segundo centro estabeleceu-se em Menfis, ao começar a era de touro, em 4460 aC. Foi dedicado a revelar informações de outro momento de Deus, quando manifesta o universo, os planetas e os homens.

Quando ativa sua vontade, sua energia divina e cria a matéria. Essa característica criadora de Deus, chamada PTAH. Durante essa época sente-se a influencia de Mento, o touro que representa a era de touro em todo o Egito, até no nome dos faraós.

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O terceiro centro religioso foi criado em Hermópolis, dedicado a Thoth, assim chamaram o único Deus, quando multiplica a criação sobre a terra, com a diversidade da natureza, das plantas e dos animais.

O quarto centro religioso estabeleceu-se em Tebas, com a chegada da era de áries. o ram no ano de 2300 aC. Foi dedicado a revelar informações sobre as características, qualidades e significado de Deus, quando cria a sua imagem e semelhança a consciência do homem. Chamaram-no Amon-Ra. Nessa época acontece o momento culminante da civilização. Constroem-se centenas de templos onde a imagem de carneiro predomina e os faraós incorporam Amon e ram aos seus nomes.

Iniciados

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As mudanças de era ou constelação zodiacal determinaram a duração de cada fase da revelação. O povo entendeu aos poucos que existe um só Deus, que por suas características e momentos diferentes em que cria o universo e o homem, tem nomes diferentes. Criaram uma Escola de Mistérios para transmitir os seus conhecimentos, garantindo os sacerdotes sucessores de sua casta para continuar o processo de revelação. Se desenvolveram ao redor dos templos e centros religiosos.

Em seu interior se dedicaram a converter os iniciados em seres respeitosos capazes de guiar seu povo e manejar as forças fundamentais da natureza. Escolheram seus discípulos entre todos os meninos do Egito, pelo nível de consciência e sensibilidade que demonstravam, dando-lhes a possibilidade de dedicar-se a uma vida de sacerdócio. Deram-lhes informações sobre o processo de aperfeiçoamento, sobre Deus e o Universo, através da reencarnação. Ensinaram-lhes ciência, arte, religião e filosofia.

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Foram treinados a exercitar o seu auto-controle, aprenderam a conservar a sua energia vital, a compreender a importância do respeito e do livre arbítrio, acelerando o seu processo evolutivo. Foram convertidos em sucessores de sua casta, sacerdotes com o conhecimento e o poder que este produz, com a missão de guiar o povo no caminho do aperfeiçoamento geral.

Foram encontradas estátuas de sacerdotes, uns saindo de um cubo, outros representados como escribas, seres com conhecimento. Alguns poucos tiveram adicionado a seus nomes a palavra HOTEP, que significa sábio. Como Inhotep ou Amenhotep, filho de Raphu, em reconhecimento a sua sabedoria. Foi dos templos onde concentraram o conhecimento, o poder, a riqueza material e espiritual, que impulsionaram a organização da civilização egípcia.

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Utilizaram o Olho de Horus como símbolo dessa organização fechada de sacerdotes que dirigiram o destino do Egito por milhares de anos nas sombras atrás do faraó. A Escola de Mistérios utilizou o Olho de Horus como seu símbolo, uma assinatura que aparece nos templos de todo o Egito. Um símbolo que traz a mente e evoca o seu significado, sua ação principal, e transmite uma ideia de uma maneira muito simples além das palavras. Seu significado pode se entendido milhares de anos depois de ter sido desenhado.

Os olhos são o sentido do sol, a origem da vida. Atuam percebendo a luz e a vibração da cor. Transmitem a mente a força e a intensidade do fogo. Os olhos são os terminais nervosos que percebem a vontade de divina, a intensidade da luz, a força de Deus, que os egípcios chamavam de PHI. A força que condensa o espírito na matéria, dando lugar ao universo. O lugar de experimentação da consciência. São os únicos nervos na superfície do corpo e que podemos observar em seu funcionamento vital. Florescem dentro de esferas cheias de um liquido branco cristalino.

Os olhos simbolizam a dualidade. O olho esquerdo é solar, sensível ao negativo. O direito é lunar, sensível ao positivo e afirmativo.

Usam a sua informação para produzir a imagem mental correta do espaço. Simbolizam a experimentação da consciência num universo de contrastes, para encontrar a verdade em comparação com a partes opostas. Reagem a luz ativa do sol, produzindo na mente a verdadeira luz, a energia vital luminosa. Uma luz invisível que torna possível a inteligência e a compreensão da realidade.

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Os pássaros evocam a ação de voar, a liberdade sem limitações materiais. O falcão é o pássaro que vê melhor. Horus o falcão representa o espírito quando completa a sua aprendizagem na vida mortal e limitada. Quando entende as verdades do universo, porque a verificou em muitas vidas e se eleva sobre as limitações materiais, sobre o tempo, sobre o espaço.

O olho de Horus é a consciência imortal que tudo sabe, tudo vê, pode voar muito alto sobre tudo que existe ou fixar atenção em qualquer detalhe.  Evidentemente os sábios sacerdotes se viam como observadores e guias de um movimento de aperfeiçoamento
em direção a luz. Por isso o seu símbolo era o Olho de Horus, o olho que tudo vê.

A começar pelos templos os sacerdotes do Olho de Horus guiaram em paz e harmonia o aperfeiçoamento espiritual do povo, revelando informações sobre o universo, Deus e o processo que sofre a consciência do homem.

Enorme complexo de templos.

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Protegido por muros altíssimos, cada templo é um enorme complexo, onde moravam milhares de pessoas. Homens e mulheres igualmente porque não havia distinção de sexo. Dedicavam pelo menos 21 anos de suas vidas recebendo informação e treinamento para se converterem em sacerdotes ou sacerdotisas.

O processo de aprendizagem era realizado em vários templos onde permaneciam por longos períodos onde recebiam as informações necessárias. Havia treinamento correspondente a esse e provas de autocontrole para alcançar outro nível em outros tempos sobre o Nilo. Cada templo era um biblioteca viva com informação especializada. Cada um continha uma lição diferente sobre o universo ou a razão da existência. Cada templo continha em seu interior um tema sagrado distinto, com informações que dão sentido a tudo que existe.

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O nível básico se realizava nos primeiros sete anos, quando recebiam informações gerais sobre o universo e treinamento para manipular os centros energéticos mais baixos do corpo. Havia templos como o de Kom Ombo, dedicados a entender a necessidade do universo dual e polarizado, para permitir a mente comparar entre extremos opostos e assim compreender a verdade. Em seu interior aprenderam a controlar o medo da perda, a entender que se possui em cada vida o necessário para adquirir as experiências de aprendizagem.

Tinham instalações que despertavam o medo da morte para aprender a controla-lo e entender que a morte é apenas um passo para o outra experiência. Em túneis com água e crocodilos, grandes alturas, lugares fechados com serpentes, os iniciados provavam a sua determinação. La receberam a informação para superar o medo ao abandono, os instintos de agressão e defesa, a entender a existência de programas mentais inconscientes que geram reações automáticas para poder controla-las.

No Tempo de Luxor em Tebas, transmitiram os conhecimentos que tinham sobre o funcionamento do corpo e o treinamento para que a consciência se identificasse com ele. O templo inteiro era como um organismo humano, cada salão representando um órgão, com informações nos muros sobre sua função principal. Sobre o beneficio que o organismo inteiro obtinha ao realiza-la e a sua relação com os outros orgãos. Em seu interior realizam exercícios de concentração e de movimento levando a sua mente a cada órgão até que o corpo inteiro estivesse consciente e os manipulasse a vontade com um excelente instrumento.

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vários templos com sacerdotisas de Neftis e Isis se dedicavam a transmitir informações e treinamentos sobre as percepções físicas, as emoções e desejos carnais. Sobre a diferença entre as emoções superiores, a intuição e a inspiração. Aprenderam a transmutar as paixões e sensações do corpo com o poder do espírito. A elevar a consciência e sua depuração vital a solicitar a canalização de energia e a inspiração de espíritos em planos mais evoluídos para despertar a criatividade.

Muitos templos como o de Hathor em Denderá, estavam dedicados a ciência, astronomia, astrologia e matemática. Em seus terraços se dedicavam a registrar os céus, a entender as energias que cada constelação emite e os efeitos que produzem. Seguiam dia a dia os designos das estrelas, controlando a duração do ano solar, a data exata da enchente do Nilo. O momento em que a terra mudou da era de touro para a era de aries e os lugares que afetam os processos de evolução.

PARTE 3

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

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