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fev 15 2015

O Olho de Horus – A escola de Mistérios (Episódio 1) – Parte 4

O Olho de Horus.
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Aprenderam a manter-se em paz, harmonia, respeitar tudo que existe, aceitar a perfeição do universo, para conservar os seus níveis de energia vital, no caminho do aperfeiçoamento que leva a onipotência ao controle de forças e energias superiores.

Um intenso preparo físico mental e espiritual que terminava com o momento de experimentar o tudo e o nada, o manifesto e o não manifesto. E receber numa pirâmide uma poderosa energia que permite vislumbrar o sétimo nível de consciência.

Durante a era de touro se dedicaram a experimentar um forma piramidal de tecnologia ressonante, que transformava as vibrações do planeta em energia, um conhecimento herdado a ser colocado em prática.

Colocaram maciças formas piramidais de milhões de toneladas em pontos nevrálgicos sobre a malha eletromagnética do planeta. A massa piramidal que continha milhões de partículas de quartzo, vibrava com a Terra, produzindo energia pela fricção de suas moléculas num fenômeno que hoje chamamos de peso elétrico. construíram muitas pirâmides, até chegar ao modelo perfeito da pirâmide de Keops. Seus corredores, galerias e câmaras, transformaram essa energia em som, fazendo vibrar, em níveis cada vez mais altos, o que fora preparado física, mental e espiritualmente.

Essa força impulsionava a mente do homem a perceber outras dimensões, chegando a outros estados especiais de consciência. Com essa ajuda externa os iniciados vislumbravam o sétimo nível de consciência. Retornavam relembrando o êxtase obtido, as verdades verificadas, para transmiti-las a seus companheiros com palavras e ações. Em suas meditações posteriores obtinham novamente esse estado de unidade sem movimento, até que essa situação se consolide definitivamente e eles fiquem permanentemente no estado de Deus-Homem, sempre irradiando energia positiva de amor.

As formas puras do Universo

 

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O conhecimento sobre as formas puras do universo, os blocos básicos com os que se organiza a energia e a matéria foram fundamentais para o desenvolvimento da civilização egípcia. Hoje chamamos essas formas puras de sólidos platônicos. Cinco polígonos com seus lados e ângulos iguais baseados em triângulos equiláteros, a forma divina, sem tensões. Utilizando essas formas puderam produzir efeitos de ressonância e concentração energética, para elevar a percepção da consciência para conseguir efeitos de supercondutividade, com os quais se anula a força da gravidade.

Hoje se descobriu que o planeta tem pontos nevrálgicos, chamados nodos diamagnéticos, onde se pode controlar a força de gravidade do planeta e produzir fenômenos de supercondutividade. A supercondutividade permite ampliar ou diminuir a força da gravidade. Ao aumentar o peso das pedras se enterrava conhecimento sem que fosse necessário escavar. Ao diminui-lo tornaram as pedras leves para empurra-las e move-las facilmente desde pedreiras longínquas.

 

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Na ilha de Sehel foram encontrados hieróglifos com fórmulas para produzir uma espécie de concreto que parece rocha. Cientistas franceses os decifraram parcialmente. Suas experiências confirmam que se trata de polímeros que ao solidificar-se produzem uma espécie de pedra. Isso explica a facilidade em fazer juntas tão exatas entre as pedras dos seus templos, conseguindo usar os blocos já fundidos como forma para os novos.

 

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Mas o mais importante foi sua visão de que a vida é um processo desenhado por Deus para ampliar a consciência do homem. Que o espírito encarna repetidamente num corpo para compreender a harmonia pelo resultado de suas decisões. Ao viver muitas vidas com experiências opostas, de angustia e de paz, de depressão e felicidade, de riqueza e de pobreza, de saúde e de doença, compreende a razão de sua existência e acaba com as limitações materiais, transformando-se num super homem imortal. Um ser que não perde na morte a consciência e informação acumulada, um espírito sábio que ao final de um processo, sobe outro degrau na perfeição do universo.

Uma criação do amor.

 

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O homem reencarna muitas vezes. No principio sua animalidade é dominante, a intolerância e a agressão determinam uma vida de sofrimento. Aos poucos se enche de dores e ao tentar remedia-las deixa de atacar, encontra a paz e com ela altos níveis de energia vital. Com a informação do processo de aperfeiçoamento e das leis que o regulam os egípcios melhoraram de vida, aceitaram os momentos difíceis como parte do caminho de seu aprendizado, permanecendo assim em paz e harmonia.

Os templos revelaram como o homem, num mundo de dor, podiam transformar-se em seres sem limitações físicas, com conhecimentos para transmutar a matéria e locomover-se, livremente, no tempo e no espaço. Entre as contradições de cada vida se aprende algo, se renasce um pouco mais sábio. Na polaridade entre a luz e a escuridão, entre o medo e o amor, se aprende a encontrar a paz e a harmonia, a manter a energia vital. Ao sentir na pele os tormentos que produzem a ira, o ódio, o rancor ou a vingança, se compreende o valor da harmonia. Ao compreender que cada decisão produz paz ou sofrimento, pode-se passar do inferno da vida ao céu da mesma.

 

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O povo entendeu que todas as ações da vida diária, pescar, semear, colher, são uma maneira de aproximar-se de Deus, de se aperfeiçoar a cada dia. construíram uma comunidade em paz, uma tal felicidade que quando o historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 aC, não pode deixar de afirmar: “De todas as nações da terra, os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”.

Apesar disso não tinham uma palavra em sua língua, que significasse religião. Não viam diferença entre o sacro e o mundano. Viam-se como os encarregados em compreender que Deus, o universo e o homem formam uma unidade manifesta pelo amor. A mensagem transmitida pelos egípcios, em seus templos, é a de que todos os homens avançam por um caminho de aperfeiçoamento que leva muitas vidas. Alguns estão mais evoluídos que os outros, mas todos chegaram a imortalidade e a consciência permanente, somente aprendendo a ser flexíveis, aceitar as circunstancias e a respeitar todos os seres que nos rodeiam. O caminho pode ser de dor e sofrimento ou de paz e harmonia, depende da valorização do que se tem e de agradecer a oportunidade de estarmos vivos para tomarmos consciência de que fomos criados por amor.

Documentário sobre O Olho de Horus – A escola de Mistérios – Episódio 1:


Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

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