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fev 20 2015

O Olho de Horus – A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) – Parte 1

O Olho de Horus.
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Vamos continuar a História de Mistério do Olho de Hórus, uma casta sacerdotal fechada, que foi um verdadeiro poder no Egito. Foi organizada por sacerdotes sobreviventes ao Dilúvio possuidores de registros e conhecimentos da desaparecida civilização atlante. 

Seres muito evoluídos que viram o cataclismo como oportunidade de estruturar uma nova civilização dedicada ao aperfeiçoamento espiritual. Utilizaram os templos como livros vivos para revelar as verdades sobre Deus e o funcionamento do Universo, acelerando a evolução do seu povo. Nos templos concentraram o conhecimento e a riqueza, transformando-os em pólos impulsores do desenvolvimento da civilização egípcia. Ensinaram que o espírito eterno reencarna repetidamente como homem na Terra para viver um processo de aperfeiçoamento criado por Deus.

Ano Cósmico a Iluminação

Encarna em diferentes corpos, nasce em diferentes famílias, lugar e épocas em diferentes circunstancias materiais, econômicas e de saúde. Reencarna repetidamente na Terra enquanto o sistema solar da uma volta no centro da galáxia que dura 25920 anos. Esta volta é chamada de ano cósmico. Durante esse ciclo a consciência do homem é influenciada pela energia de diferentes constelações, assim como as estações climáticas, as constelações determinam os processos necessários a evolução.

Os egípcios acreditavam que as estrelas que iluminam o dia do nascimento marcam o destino do homem e em escala maior de toda a humanidade. Entendiam o destino como as dificuldades da vida,o que se deve experimentar para que se aprenda. Acreditavam que o homem chega a verdade comparando os extremos, num universo dual, de contrastes de luz e escuridão.

 

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Ao exercer o seu livre arbítrio diante das circunstancias que atravessa o homem aprende com os resultados de suas decisões. É a angustia que permite entender a paz, o medo que ensina a harmonia, as consequências do ódio é que trazem a compreensão do amor. Assim, vida após vida há um processo de aperfeiçoamento espiritual, o homem nasce cada vez mais sábio, respeitoso e tolerante até o fim do ciclo quando se torna um super-homem imortal.

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Nesse momento de iluminação lembra-se de todas as vidas, da corrente de erros que cometeu, entendendo que graças a eles compreende hoje a razão de sua existência. Em paz e harmonia, com um altíssimo nível de energia vital, irradiando permanentemente amor conquista os seus poderes superiores e chega ao ciclo seguinte de evolução, numa escala mais alta da realidade.

O processo evolutivo transforma a sua animalidade original tornado-o num mestre elevado, um respeitoso ser imortal capaz de experimentar a ausência de limitações. Esse modo de entender a vida proporcionou milhares de anos de paz e harmonia aos egípcios, desenvolvendo uma civilização exemplar. Os sacerdotes do olho de Horus deixaram essas verdades no interior de seus templos.

Mensagem da Esfinge

 

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Chegamos a planície de Gizé, para entender a mensagem da esfinge. Uma mensagem que nos chega através do tempo, pois esse monólito de pedra é uma marca indestrutível para os pesquisadores do futuro. A esfinge revela movimentos astronômicos registrados a milhares de anos e comprovados no ciclo anterior pela humanidade atlante. A crença hoje é de que Atlântida foi um Mito.

Lembremos que a história contado por Platão sobre o desaparecimento de Atlântida tem origem egípcia. Foram os sacerdotes do templo de Neith que mostraram a Sólon os antiquíssimos registros sobre “atlanti” uma palavra egípcia relacionada com a água. O Vocábulo “Atlu” significa água, limite da terra pela água, “Anti” significa divisão de terra. A palavra composta Atlanti significa portanto terra divida pela água. Na história de Platão a capital de Atlântida, Poseidonis, era uma belíssima cidade formada por círculos de terra separados por canais de água.

Para descobrir os segredos da esfinge analisemos sua forma simbólica, seu gigantesco tamanho em pedra monolítica, sua localização precisa e a direção do seu olhar. Recriemos os movimentos dos astros depois do Dilúvio, as marcas de erosão no seu corpo e seu significado.

Os sacerdotes sobreviventes ao sacerdotes ao cataclismo atlante esculpiram uma gigantesca forma simbólica com uma série de signos astronômicos, um relógio que marca os ciclos maiores do sistema solar na galáxia. Ao analisar esses signos entendemos que a esfinge é o maior e mais antigo registro do tempo sobre o planeta.

A primeira data marcada é a do Zep Tepi, tempo novo, o momento em que se inicia o tempo zero da nossa civilização, depois do dilúvio. O Zep Tepi é o primeiro passo no aperfeiçoamento espiritual da humanidade, a esfinge é a primeira pedra desse caminho. A segunda data estabelecida é a do último cataclismo que aconteceu a 13000 anos.

 

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O Diluvio foi chamado universal porque aconteceu em todo o planeta simultaneamente. Não foi um fato que ficou restringido ao Egito. Os sábios sacerdotes tinham registros anteriores de outros cataclismos. Um deles ocorreu no inicio da civilização Atlante, há aproximadamente 38000 anos, sabiam que essa destruição era cíclica e acontecia a cada ano cósmico. Esse conhecimento lhes confirmou que os astros marcam a duração de todos os ciclos nas diferentes escalas do universo.

As características da esfinge revelam a importância de todos os níveis e escalas do grande ciclo cósmico. A volta do sistema solar ao redor do centro da galáxia determina a duração das estruturas físicas que sustentam a organização humana, pois a cada 25920 anos acontece um cataclismo dando lugar a uma nova forma de desenvolvimento, uma possibilidade diferente de organização.

Destruições Periódicas

 

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As estruturas que organizam a vida e o desenvolvimento da humanidade sofrem destruições periódicas. Ao final de cada ciclo cósmico grandes mudanças acontecem no sol causando fortes alterações climáticas que destroem tudo que foi construído na Terra.

Os sacerdotes do Olho de Horus ensinaram que isso fazia parte do processo criado por Deus para permitir novos desenvolvimentos sobre a Terra, novas expressões que permitam encontrar diferentes formas de ver o universo. É como se o corpo da humanidade morresse a cada 25920 anos para renascer em uma forma mais perfeita, assim como acontece com o homem mas na escala coletiva de uma mente maior.

Na abóboda celeste sobre o pólo norte existem 6 constelações conhecidas como Constelações Polares. Abaixo perto do equador existem 12 constelações zodiacais. Se soubermos sob qual das constelações polares e das 12 constelações zodiacais esta situada a Terra num determinado momento poderemos estabelecer a data correspondente.

O sistema solar da voltas ao redor da galáxia sobre uma linha imaginária chamada eclíptica, cada volta dura 25920 anos, um ciclo eterno chamado ano cósmico pelos sacerdotes egípcios.

 

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Eles dividiram essa volta de 360º do sistema solar pela abóboda celeste em 12 setores de 30º cada um. O sol os atravessa em 2160 anos, são as 12 constelações de estrelas, cada uma delas tinha um nome de animal, o circo de animais, o zodíaco.

É durante essa volta que o planeta recebe as energias das 12 constelações ou signos zodiacais que definem o destino do homem em cada reencarnação e as circunstancias difíceis de aprendizado que devem viver.

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Partindo da posição que ocupa o sistema solar na atualidade sobre a eclíptica ao 0º finalizando a era de peixes e entrando na era de aquário, retrocedermos 180º. Ali se encontrava o sistema solar a 12960 anos 180º para trás na constelação de leão. Os cientistas atuais dizem que aproximadamente nessa época aconteceu o final de uma era, quando o gelo se derreteu e aconteceu o diluvio.

A forma da esfinge une os dois símbolos que representam a constelação zodiacal e a constelação polar nos céus, o leão e o homem dando uma precisa marcação do tempo.

Essa forma representa os dois níveis em que se encontram essas estrelas. O corpo de leão representa homônima, enquanto o homem é o símbolo da constelação polar a que chamamos de Hércules, e que os egípcios chamavam de Thum, o adão da mitologia astronômica.

PARTE 2

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 

 
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