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fev 20 2015

O Olho de Horus – A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) – Parte 2

O Olho de Horus.
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Conhecimentos Astronômicos Avançados – O Movimento combinado nesses dois planos celestiais foi chamado de Pari Passu, as duas constelações pelas quais passa a Terra em seu percurso pela galáxia na chamada precessão dos equinócios. A esfinge marca assim o Zep Tepi, o tempo novo. A estrela polar chama-se assim pela sua localização sobre o polo norte, diretamente sobre a coluna vertebral do planeta, seu eixo. É uma estrela fundamental o poder que preside os céus. Vista da Terra é ao redor dela que gira a abóboda celeste. A inclinação do eixo de rotação do planeta em relação ao sol muda lentamente durante o percurso cósmico e aponta num segundo círculo, mais acima no céu para 6 diferentes estrela polares. Os conhecimentos astronômicos egípcios, os registro herdados permitiram-lhes saber que ao dividir em segmentos de 60º o segundo círculo superior se veria que o eixo da Terra aponta na direção de uma diferente estrela polar a aproximadamente 4320 anos.

Seis constelações contém as estrelas polares, as que se localizam exatamente sobre o pólo norte da Terra a cada 60º de seu percurso pelo grande ano cósmico são chamadas as constelações polares.

Na constelação da Ursa Menor esta a estrela Polaris, localizada atualmente sobre o pólo norte, é a estrela que guia os navegadores. A 4320 anos a estrela polar era Alfa Draconis situada na constelação de Draco, o dragão. O poder que presidia a 8640 anos era a estrela polar na constelação de Hércules ou o homem. A 12960 anos, quando aconteceu o dilúvio a estrela polar no círculo superior era chamada Vega da constelação de Lyra. E 60º antes, ou a 17280 anos, brilhava sobre o pólo norte a estrela Deneb na constelação de cygnus ou cisne. A 21600 anos encontrava-se sobre o pólo a estrela Alfirk da constelação de Cepheus. E exatamente a 25920 anos, ou uma volta completa do chamado ano cósmico, a estrela polaris da Ursa menor brilhava sobre o pólo como atualmente.

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Essas duas séries de constelações afetam continuamente o homem, tanto as 6 do circulo alto polar quanto as 12 do circulo baixo do zodíaco, ambas giram sobre um eixo polar virtual situado no centro da galáxia, o eixo da coroa. Para os egípcios toda a abóboda celeste descansa nas colunas polares distribuídas cimetricamente a cada 60º sobre o círculo para onde aponta o polo da terra em seu percurso com o sistema solar pela galáxia. A antiguidade e precisão dos registros egípcios é evidente. Os sacerdotes guardiões do tempo herdaram registros astronômicos de mais de 26000 anos.

Precessão dos Egípcios

 

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Os astrónomos atuais comprovam esses dois movimentos e os chamam a precessão dos equinócios, pois foram comprovados através das mudanças na linha dos equinócios. O sol visto da terra durante um ano solar parece ter 4 esquinas, 4 posições que limitam seus movimentos no horizonte. São definida pelos solstício e equinócios de inverno e verão. O solstício de verão, dia 21 de junho, é o dia mais longo com a noite mais curta do ano. O solstício de inverno, 22 de dezembro é o dia mais curto com a noite mais longa do ano. Os equinócios de verão e de inverno são 4 dias em que o dia e a noite são do mesmo tamanho.

 

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Na latitude de Gizé o sol nasce em frente a esfinge nos equinócios a 28 graus a nordeste no solstício de inverno e 28º a sudeste no solstício de verão.Sendo o dia e a noite iguais, são dias de equilíbrio energético entre a luz e a escuridão, dias em que se abrem as portas dimensionais de espaço e tempo sendo portando importantes em todas as culturas da Terra. A cada ano a linha imaginária que une os dois equinócios muda ligeiramente de inclinação com relação ao sol, a cada 72 anos 1º. A cada 2160 anos 30º. A cada 25920 anos muda 360º.

 

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Assim, o que se conhece hoje como precessão dos equinócios, corresponde exatamente aos ciclos definidos pelos antigos no Pari Passu, os dois níveis da volta que correspondem ao grande ano cósmico. A forma da esfinge ao unir o signo de leão como do homem da constelação de hércules, marca o momento imediatamente após o Dilúvio, uma catástrofe que acontece periodicamente no final do grande ciclo cósmico a cada 25920 anos.

 

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Maior Escultura da Terra

 

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A esfinge é a maior escultura da Terra. Seu imenso corpo foi esculpido numa só rocha para permanecer incólume através dos séculos. Um gigantesco monólito, uma única rocha talhada na planície de Gizé com 80 metros de comprimento, 13 de largura e 20 de altura. É do tamanho de um quarteirão de uma cidade média. Para dar forma ao seu corpo, cortaram e retiraram a pedra em enormes blocos, que usaram depois para construir em frente a ela dois templos maciços.

Enigmática e poderosa é a obra de arte mais grandiosa da antiguidade chegada até nós. Viu nascer, mudar e desaparecer várias culturas ao seu redor. A esfinge esta situada num ponto muito especial na Terra, a planície de Gizé, também conhecida como Rostau no antiquíssimo livro dos mortos.

 

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Seu corpo de leão descansa sob a linha paralela ao norte do equador aos 30º de latitude e quase exatamente sobre o meridiano que passa a 30º de longitude entre os pólos norte e sul. 30º de latitude, 30º de longitude sob um dos pontos diamagnéticos do planeta. Hoje se sabe que ao redor da Terra, sobre os paralelos 30º norte e 30º sul de latitude e a distancias harmoniosas, regulares e equidistantes passa a rede eletromagnética do planeta.

Vórtices Energéticos e o Projeto Filadélfia

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Todos os seres vivos sem exceção tem uma rede nevrálgica, uma matriz que capta e distribui de maneira harmoniosa, a energia que todo o corpo necessita. A Terra esta rodeada por essa rede geometricamente pura de linhas equidistantes baseadas em poliedros regulares por onde passa a energia que a mantém viva. São chamadas linhas Ley e linhas Hartman, formam uma matriz sobre a qual existe uma série de pontos nevrálgicos em que se produzem naturalmente vórtices energéticos UTILIZADOS SECRETAMENTE POR GOVERNOS E INDIVÍDUOS com conhecimentos suficientes para produzir LEVITAÇÃO E ANTIGRAVIDADE.

Estes vórtices eletromagnéticos estão harmoniosamente distanciados entre si, onde foram comprovadas anomalias magnéticas e energéticas. O Triângulo das Bermudas, o Mar do diabo, onde ocorreram desaparecimentos misteriosos, são pontos diamagnéticos conhecidos. Em outros estão estrategicamente localizadas PIRÂMIDES DE DIFERENTES CULTURAS OU BASES MILITARES DE VÁRIAS POTÊNCIAS. Utilizando a tecnologia adequada pode se APROVEITAR A ENERGIA DO PLANETA sobre esse pontos nevrálgicos para anular a GRAVIDADE DE QUALQUER OBJETO EM SEU CAMPO DE AÇÃO.

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Também nesses pontos foram realizadas experiências de TRANSLAÇÃO DIMENSIONAL, como as realizadas nos EUA no chamado PROJETO FILADÉLFIA, coordenado por NIKOLA TESLA ( Veja a sua incrível biografia no menu inicial “Pessoas Especiais”) em 1943. Nesses vórtices se produzem portas dimensionais que se abrem e se fecham ao entardecer dos dias de equinócio. Os egípcios consideravam os dias dos equinócios como a porta do Maat, deusa do equilíbrio e da justiça. Nesses dias realizavam cerimonias especiais com iniciados na escola de mistérios na planície de Rostau.

Aproveitavam o vórtice para culminar os anos de preparação, nos quais os sacerdotes dos 5º e 6º níveis de consciência eram impulsionados por uma força externa para experimentar dimensões mais elevadas. Com o conhecimento herdado dos sacerdotes do Olho de Horus a respeito da rede eletromagnética, construíram sobre ela a grande pirâmide para transformar, com fins espirituais, sua inesgotável energia. Na grande pirâmide recebia as energias condensada do planeta, conseguindo altíssimo nível de vibração, como se obtivessem estados especiais de consciência.

A grande pirâmide foi chamada de Arca de Ra-Harmakhu e foi construída sob um vórtice eletromagnético para ser usada no dia do equinócio, quando os domínios da luz e da escuridão estão equilibrados pela deusa Maat. Nesses dias nasciam os Neters, espíritos excepcionais, os Shemsu-Hor, seguidores de Hórus, irradiando amor e guiando o povo. Elevando o seu nível de consciência com seu exemplo e informação sobre a realidade do universo. 

No livro dos mortos, na quinta divisão chamada Rostau aparece uma forma piramidal protegida em sua base por duas esfinges com forma de leão e olhando o sol em cada equinócio protegem a entrada do reino de Sockar. Os corredores que levam ao topo se parecem com as passagens da grande pirâmide. É la que acontece a transformação do Osiris interior de todo o ser humano. La encontra a iluminação que o transforma em Horus, o super homem imortal. A forma de leão também tem esse processo evolutivo . O leão é o mais evoluído dos animais, representa para os egípcios o momento final como animal. Possuidor de uma consciência em evolução que se converte num super homem.

Estas e outro grande número de considerações, fazem do lugar onde esta localizada a esfinge algo muito especial alme da crença de que a esfinge é apenas uma escultura e a Grande pirâmide um túmulo. Duas razões deram lugar a crença de que o Faraó Kéfrem, que reinou no ano de 2520 a 2494 aC, foi quem ordenou que a esfinge fosse talhada num só bloco de pedra. A primeira é que acham o seu rosto parecido com o rosto de uma estátua de diorita negra do faraó Kefren, que foi encontrada enterrada de cabeça para baixo muito perto da esfinge, no chamado templo do vale, na estátua aparece com um falcão no ombro.

PARTE 3

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 

 
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