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fev 20 2015

O Olho de Horus – A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) – Parte 3

O Olho de Horus.
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Retocamos digitalmente a esfinge para ter ideia da forma original do seu rosto. As duas feições são muito diferentes das de Kéfrem. Sabe-se que a esfinge foi chamada de Abu-Hol e durante muito tempo foi pintada de vermelho, a cor Egito. O Tempo levou embora o peitoral de pedras preciosas, o simbólico enfeite do queixo, as cores de seu elegante turbante e todas as pedras polidas de granito branco da pirâmide de Kéfrem.

A segunda razão é que entre os braços da esfinge encontrou-se uma lápide talhada na pedra que em sua 13ª linha vinha escrito a sílaba Kef, isso serviu como prova para os egiptólogos tradicionais atribuíssem a sua construção a Kéfrem.

A Lápide foi construída pelo faraó Tutmosis IV, que reino de 1401 a 1391 aC para comemorar a restauração e a retirada areia que a cobria. Ali se afirma que a esfinge é a personificação de um grande poder mágico que existe nesse lugar desde o início dos tempos, o Zep Tepi.

Seu texto narra que sendo Tutmosis IV muito jovem viu num sonho o rosto da esfinge dizendo-lhe que o tornaria faraó se a livrasse da areia que a cobria até o pescoço. Na realidade não existe nenhuma inscrição que afirme quem a construiu, não se referem a Kefrem como seu construtor. Certamente foi um dos restauradores que,como Tumosis IV, limpou-a da areia através dos tempos.

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Lápide do Inventário

Em outra pedra talhada chamada a Lápide do Inventário, encontrada em Gizé, se afirma que o faró Quéops, antecessor de Kefrem, ordeou contruir um templo ao lado da esfinge o que prova que ela já estava la. E que seu sucessor não pode ter sido o seu sucessor. No entanto essa lápide não era reconhecida pelos egiptólogos tradicionais que alegam que não é original e que o estilo em que esta escrita não corresponde a época de Quéops. A realidade é que a esfinge permaneceu sepultada na areia por milhares de anos. Varias vezes governantes benévolos ordenaram limpa-la ficando descoberta durante algum tempo, para logo voltar ao esquecimento.

 

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A direção de seu olhar acrescenta outro dado a esse mistério. Sua cabeça de homem olha fixamente para o leste, contemplando o nascimento do sol, a milhares de anos. Seu olhar marca intencional e precisamente o ponto no horizonte onde nasce o sol nos equinócios, o verdadeiro leste, o ponto de cruzamento dimensional. A linha imaginária que passando pelo sol, une o equinócio de verão e o de inverno é utilizada atualmente para medir, com a variação de seu ângulo, o grande ano cósmico, a precessão dos equinócios. Seu ângulo muda um grau a cada 72 anos, move-se 30 graus em 2160 anos, 360º em 25920 anos. É a marca do ano cósmico, o ciclo que determina as reencarnações do homem e a chegada dos cataclismos periódicos.

Simulações e o Zep Tepi

 

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Utilizando a localização precisa da esfinge, cientistas norte americanos realizaram simulações da abóboda estelar programando no computador a posição da Terra a 12960 anos, sobre a eclíptica, a curva que percorre o sistema solar. Ficou confirmado que nesse momento, no ponto exato para onde a esfinge olha o ponto no horizonte situado ao leste verdadeiro aos 30º de latitude surgiam todas as noites as estrelas da constelação de leão. A esfinge olhava no horizonte a sua frente as estrelas do signo zodiacal de leão, a constelação que atravessava o sistema solar naquele momento, confirmando a mensagem do tempo, de sua forma simbólica e de sua localização exata.

Nesse mesmo momento a 90º sobre o mesmo horizonte, mas olhando em direção ao sul, situava-se a constelação de Orion, 9º sobre a linha do meridiano norte-sul. Enquanto a estrela Sírio, a mais importante para os egípcios, pois a sua aparição anunciava a enchente do Nilo, se situava ao nível do chão, 14º a esquerda do meridiano.

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A data transmitida pela esfinge, a data do inicio da nova civilização, o Zep Tepi, esta confirmada pela relação da sua forma simbólica com a constelação zodiacal de leão e polar de Hércules. Seu olhar para a saída do sol no equinócio de primavera e as saídas das estrelas de leão a noite, a convertem num relógio astronômico preciso. Sua localização foi escolhida com muita precisão, para converte-la num mensageiro através dos tempos que contem aos pesquisadores futuros o ciclo mais importante para o homem: O ANO CÓSMICO E A LOCALIZAÇÃO DA REDE ELETROMAGNÉTICA DO PLANETA.

Erosão provocada pela chuva

Outro elemento na esfinge confirma o Zep Tepi, o momento de sua construção. Trata-se de uma prova de origem geológica e climática. Em 1960 o matemático frances Renne Schavezluveks afirmou que o corpo leonino da esfinge apresenta sinais de erosão provocada pela chuva. Isso surpreendeu a todos, porque esta confirmado que a esfinge ficou enterrada debaixo da areia até o pescoço 90% do tempo nos últimos 4500 anos. Desde 2500 aC, a data tradicionalmente aceita de sua construção, pelo faraó Kéfrem, apenas algumas vezes alguns construtores benévolos se preocuparam em restaura-la e retirar a areia de sua superfície.

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Uma dessa últimas limpezas foi realizada por Napoleão, quando esteve no Egito. Como é possível então que seu corpo apresente sinais de erosão devido a chuva? Esta mais do que comprovado de que o clima do Egito, árido e pouco chuvoso, não se modificou nos últimos 4500 anos. Os cientistas nos dizem que a mudança climática radical que aconteceu nessa região no fim do Pleistoceno, converteu=a aos poucos no deserto que vemos agora.

Isso quer dizer que a chuva que causou a erosão da Esfinge só pode ter acontecido entre o ano de 10960 aC e o ano 5000 aC, quando a planície de Gizé converteu-se no areal que a sepultou até o pescoço e a protegeu do clima ao seu redor. Uma expedição da Universidade de Boston comprovou as marcas de erosão confirmando que eram causadas pelas chuvas e determinou que as profundas marcas foram geradas durante milhares de anos. Isso confirma a antiguidade da Esfinge e centra a polemica que existe entre os egiptólogos tradicionais, que não chegaram a um acordo de quando de fato começou essa civilização.

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Pouquíssimos registros de governantes sobreviveram até hoje e os existentes são aceitos apenas parcialmente. O Papiro de Turim e a Galeria dos Cartuchos no Templo de Osíris em Abydos, tem os nomes dos faraós aceitos atualmente. Desde o primeiro faraó, o lendário Rei Menés, a quem se atribui a reunificação do Egito por volta de 3000 aC, dando início a primeira dinastia da história oficialmente aceita.

Acontece que estas listas e as que o Sacerdote Maneto escreveu no ano de 300 aC em sua História da Civilização do Egito, começam na realidade muito antes no tempo,com outros governantes que não foram aceitos alegando-se que eram mitos. São o reinado de Schensuor, seguidores de Hórus, os divinos ancestrais, seres iluminados que teriam governado o Egito por 13900 anos. Depois o reinado dos Akhu, os sábios, outros governantes excepcionais cujo reinado, segundo essas listas, durou 11000 anos antes de começar o reinado dos faraós, que durou 30 dinastias.

Uma Civilização muito mais antiga

 

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Isso quer dizer que a civilização existiu no Egito ainda antes do Dilúvio durante o ciclo anterior a que chamamos Atlante e que no Zep Tepi um novo ciclo começou a partir dos conhecimentos herdados. Além disso isso explica uma das incoerências da História oficial que situa o inicio da civilização por volta do ano 3000 aC. minguem entende como a CIÊNCIA, A ARTE, AS TÉCNICAS DE ARQUITETURA E A ESCRITA DE HIERÓGLIFOS, aparecem nessa data TOTALMENTE desenvolvidas com realizações iniciais que nunca foram ultrapassadas posteriormente. Não se entendo como o complexo de Sakara aparece de repente do NADA, com ladrilhos cozidos, finíssimos acabamentos cerâmicos, harmoniosos detalhes arquitetônicos, colunas e pirâmides capazes de se resistir durante milênios.

É como se a nossa atual civilização tivesse construído o ônibus Espacial sem ter nunca desenvolvido os aviões de lona, os DC3 e os vôos Gemini que levaram o homem a lua. É EVIDENTE que a civilização egípcia herdou conhecimentos do ciclo anterior Atlante e foi guiada, nos seus primórdios, por uma casta sacerdotal de seres muito evoluídos espiritualmente como afirmam as lista de governantes que chegaram até nós. Isso confirma que a Esfinge foi talhada na pedra por sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, logo depois do Dilúvio, no período pré-dinástico do Egito.

Relógio Astronômico

 

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A Esfinge é uma imensa escultura construída numa só peça para resistir incólume a passagem dos séculos. Sua forma simbólica foi cuidadosamente escolhida para tornar-se um RELÓGIO ASTRONÔMICO. Foi colocada de maneira PRECISA SOBRE UM PONTO DIAMAGNÉTICO do planeta indicando forças planetárias no ponto onde posteriormente se construiu a Grande pirâmide. Seu olhar dirigido ao ponto preciso do horizonte onde surge o sol no dia do equinócio indica a importância da Porta de Maat, a entrada ao reino de Sokkar, o momento onde o dia e a noite tem a mesma duração.

Nesse universo de contrastes, somente o equilíbrio entre a luz e a escuridão ao comparar-se os extremos da dualidade, pode-se encontrar a unidade. Consegue-se essa compreensão através da experimentação dos resultados das decisões tomadas ao longo de muitas reencarnações encontrando o caminho do respeito e da tolerância que conduz a paz e harmonia. Essa mensagem é transmitida em todos os Templos da civilização egípcia, o caminho do aperfeiçoamento através da reencarnação para chegar a iluminação, era sua crença fundamental.

A esfinge confirma também a antiguidade da civilização egípcia, o momento do novo começo, o Zep Teo, a 12900 anos, quando as estrelas da constelação de leão brilhavam sobre ela. A esfinge marca a existência do ano cósmico, o ciclo mais importante para a humanidade. Confirma que se, de fato, a civilização Atlante existiu, representa a certeza de que existe uma alta escola de sabedoria.

Documentário sobre O Olho de Horus – A Esfinge, Guardiã do Horizonte – Episódio 3:

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 

 
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