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fev 20 2015

O Olho de Horus – A Flor da Vida (Episódio 4) – Parte 3

O Olho de Horus.
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Baixo e Alto Egito – Os antigos dividiram a parte verde e habitável do Egito em duas grande zonas com diferentes características definidas pela forma do próprio Nilo. o Delta, quando o Nilo se abre para chegar ao mediterrâneo, forma um vale fértil.

É chamado de baixo Egito, seu símbolo hieroglífico é a abelha. E o faraó usa uma coroa vermelha para mostrar a sua autoridade nessa região. O longuíssimo e estreito corredor verde de ambos os lados do Nilo, em seu percurso desde a fronteira com a Núbia até o ponto onde começa o delta é chamado de Alto Egito.

É simbolizado em sua escrita por um arbusto e o faraó usa uma coroa branca para representar o seu poder nessa região. A história aceita do Egito começa com a unificação dessas duas regiões sob uma só coroa, branca e vermelha. Essa união foi conseguida pelo faraó Menés, fundador de Menphis, localizada na confluência das duas regiões.

 

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Abydos estão ao sul, no alto Egito, ali se encontra dois templos um ao lado do outro. O dedicado por Sethi I a Osíris, atras do qual se encontra a escavação que apareceu o sengundo templo, o Osirion, que permanece parcialmente submerso. O Nível freático impediu os trabalhos de restauração, pois a água fluia para dentro do Templo mais rápido que a capacidade das bombas para tira-la. Estima-se que foi construído no alto de uma colina por volta do ano 9000 aC., quando o nível freático e a superfície do Nilo estavam 10 metros a baixo.

Foi o primeiro Templo do Egito a explicar a vida como parte de um caminho de reencarnações sucessivas, permitindo adquirir dados sobre o universo, evoluindo da ignorancia para a sabedoria. Sua arquitetura maçissa sem nenhum tipo de hieriglifos, com lajes e pedras pesadíssimas de corte imenso, é muito semelhante aos templos em frente a esfinge. Enormes blocos irregulares, todos diferentes entre si, com cortes de ASSOMBROSA PRECISÃO, juntas de construção e exatidão de montagem.

 

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Nos cantos os blocos seguem um muro lateral, devendo ter sido rebaixados para conseguir essa forma, o que aumenta consideravelmente o trabalho, pois de duríssimo granito de Assuã. Tudo isso implica em uma técnica de construção DESAPARECIDA, numa época em que SUPOSTAMENTE não existiam ferramentas que produzissem cortes tão precisos, movessem blocos tão pesados ou juntá-los com tanta exatidão.

Conhecimentos técnicos herdados dos sobreviventes ao dilúvio, que foram utilizados no restrito e fechado círculo de uma organização secreta de sacerdotes cientistas. As técnicas e ferramentas usadas, NUNCA foram postas a disposição do povo em geral. Certamente porque era muito perigoso entrega-las a mentes primitivas com emoções e paixões descontroladas. Ou então porque a unica maneira de usa-las era estando em perfeita harmonia com o universo. Por sua carateristica sônica ou psíquica. E não mecânica como as desenvolvidas pelo homem atual.

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O Templo tem uma forma retangular, com uma plataforma rodeada de água, elevada no centro, a que se chegava por escadarias dos dois lados, dificilmente visíveis hoje por causa da água. Sua forma representa o montículo original que emergiu quando as águas baixaram depois do dilúvio, onde os sábios desembarcaram para começar a nova civilização do egito. Este templo foi construído para comemorar o Zep Tepi, o tempo para dar incio a uma nova civilização dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.

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Dez maciças colunas de pedra, cada uma feita num só bloco de granito vermelho com um peso superior a 100 toneladas, sustentavam pesados pórticos, sobre os quais se apoiaram o teto de pedra. Ao redor do canal, 16 santuários albergaram em seu tempo, símbolos sagrados, hoje se encontra submersos em agua estagnada. No canto superior de um desses imensos pilares encontram-se, lado a lado, dois estranhos círculos com figuras geométricas em seu interior, tocando-se nas beiradas. O granito parece queimado por finas linhas circulares… trata-se da Flor da vida, um símbolo de geometria sagrada egípicia que mostra os movimentos iniciais de Deus para criar o universo.

A Flor da Vida

 

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A Flor da vida é um símbolo esotérico egípcio. que descreve a geometria sagrada que deu lugar ao Universo e que determina os processos naturais com a mitose ou o movimento dos sóis e dos planetas. Uma forma que conceitua a vida com um processo no tempo, a forma que contém os rítimos, as horas, os dias , os meses, os movimentos dos corpos celestes durante os quais a idéia toma forma, a semente germina.

A flor da vida representa o momento em que Deus ativa a sua vontade, quando desperta a sua conciência para animar o universo, quando abandona o estado de repouso, de não ego, de não ser, de vazio e de escuridão. É o momento que Atum-ra o deus não manifesto se transforma em Ptha, o deus criador do que existe. O Fiat Luz, o momento em que nasce a flor da vida, e tudo incia a sua primeira volta.

Para os egípcios os movimentos de deus começam num ponto coneitual, o Olho de Horus, de onde surge a flor da vida, cujo fruto é o universo, a criação. O ponto é referencia para saber que existe o movimento, nele começa a sua geometria sagrada.  Dali Deus cria o seu promerio espaço virtual do universo.Faz isso projetando-se para fora, com um ponto que avança, repetindo-se, formando uma linha reta, a forma masculina, é Deus pai que manifesta sua energia e sabedoria. Sua bondade ativa é trasformada pelo Deus mãe, a substancia infinita, que gera em seu interior uma resposta. O Deus filho que regressa com uma percepção de um plano virtual reconhecido. Assim os egípcios entendem a trindade, como um processo simultaneo, equilátero, de dados enviados, recebidos e conscientizados. Por isso o triangulo equilátero é a base do tetraedro, o primeiro sólido puro, a forma primária, masculina de tudo que foi criado.

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O processo se multiplica no tempo e no espaço, pra frente para tras, para cima para baixo, a direita a esquerda. Assim gera um espaço virtual auto reverente. Simultaneamente ao girar esse volume percebido ao redor do ponto de partida, constroem-se  o princípio feminino, a Esfera. Um espaço passivo, sem tensões, com todos os seus pontos ligados ai centro, ao Olho de Horus. A esfera é a placenta que contem tudo, a subastancia de todas as formas e volumes, é uma expressão de uniade, uma totalidade e de integridade. E nenhum ponto da superfície é mais importante que o outro e chega-se a todos da mesma forma, desde o seu contro de força e energia que os origina.

Atomos, células, sementes, planetas e sóis todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade. A primeira esfera virtual contem os cinco modelos de poliedros regulares, solidos com todos os seus lados e angulos iguais, chamados de sólidos platônicos em homenagem a Platão, que aprendeu a flor da vida com mestres egípcios. Sao a base, os tijolos com os quais todo o Universo foi construido. Simbolizavam os 5 elementos da natureza: o fogo, a terra, o ar, o espírito ou éter e a água.

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Assim Deus compreendeu, criou e percebeu, desde o seu centro de força e energia, o primeiro espaço finito que simboliza a Terra dentro do espaço infinito, o céu. A Biblia nos conta que, no inicio Deus criou o céu e a terra. A Terra era informe e vazia as trevas cobriam a superfície do Abismo e o Espírito de Deus se movia entre as águas. Realiza então o seu primeiro movimento, deslocando-se desde o centro da primeira esfera conhecida até chegar a sua margem, membrana ou perímetro do espaço. Desde esse novo ponto central, se repetem os movimentos que ja conhecemos, gerando-se assim outra esfera. Na interseção das duas esferas iguais, gera-se a forma mais importante das ja existentes.

É a chamada Vescica Piscis, que simboliza o verbo divino, os egípcios acreditavam que do seu interior surgiram os números, os sete sons fundamentais, as letras e toda a sabedoria da criação. Tem a mesma forma do olho e da boca humanos. Em seu interior cabem exatamente dois triângulos equiláteros, que ao estarem contidos num retângulo são a base da proporção áurea, a divina proporção.

Essa proporção foi utilizada em todos os seus templos, como no Osirion, para relacionar as três dimensões entre si, e estas com a natureza. Dai derivam todas as relações matemáticas fundamentais e os números importantes, como phi e pi, simboliza também a visão compartilhada, o entendimento mútuo entre indivíduos iguais, terra comum. O Vescica Piscis é o espaço compartilhado,  a interseção entre a esfera inicial e a nova, gerada da sua borda. A partir dessa nova esfera conhecida repetem-se sucessivamente os movimentos em direção a borda exterior, para gerar outra esfera. Cada um adelas é uma nova dimensão, um novo som na escala musical, uma nova cor na escala cromática. Assim vão se construindo 4 esferas, 5 esferas, 6 esferas e nesse momento se chega a sétima e ultima esfera, com a qual se encerra o primeiro ciclo e se completa a semente da vida.

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Sete esferas, sete dias da criação, seta notas musicais, sete cores espctrais, o coração tem sete capas de músculos, sete chacras, sete sistemas de glândulas endócrinas. Esse padrão geométrico se repete indefinidamente, é a base de tudo que existe e seguindo-o a natureza faz crescer as flores, constroi uma, duas,quatro, oito células primárias, o corpo humano ou as galáxias. Ao expandir-se como um eterna espiral, vai gerando novas esferas e na terceira volta completam-se as 19 esferas que formam a flor da vida. Esse padrão geométrico toma a forma de uma flor e é ao mesmo tempo um processo eterno, contem as harmonias musicais, as escalas de luz, os padrões de crescimento dos tecidos vivos.

Cada esfera tem a mesma potencia de desenvolvimento, que a esfera original, dando assim a flor da vida lugar ao fruto da vida que gera sua própria flor. Cada esfera guarda em seu interior, os cinco sólidos platonicos, a união da energia masculina e feminina, a reta e a curva, as duas matrizes geométricas, que são a base da realidade existente. Os sólidos platonicos equiangulares e equiláteros concectam o centro de todas as esferas, assim aparece o tetraedro, o cubo, o octaedro, o icosaedro e o dodecaedro. São simbolos da inseparavel relação entre as partes e a totalidade. Formam um principio de unidade para toda a geometria das formas existentes, apesar de sua diversidade.

Padrões, formas estruturas que existem na natureza, da menor partícula a expressões reconhecíveis ao olho humano até o imenso universo. Tudo segue um arquétipo geométrico que nos revela a natureza de cada forma. A Flor da vida revela que tudo esta conectado, é inseparável e único. Nos lembra a nossa relação com a totalidade e nos permite compreender as bases sagradas de toda a criação. Com ela os Sacredotes da Escola de Hórus ensinavam o respirar da totalidade, o que é Deus e como diversifica a sua consciencia, através da nossa vida.

Documentário sobre O Olho de Horus – A Flor da Vida – Episódio 4:

Fonte: O Arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

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