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fev 16 2015

O Olho de Horus – Osiris, O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) – Parte 1

O Olho de Horus.
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Existiu no Egito uma fechada e misteriosa organização de sacerdotes cujo símbolo era o Olho de Horus. Eram o poder real nas sombras atrás do faraó. Foram herdeiros de sacerdotes sobreviventes do ciclo anterior da humanidade, que viram no dilúvio uma oportunidade para orientar a humanidade em direção a um destino mais alto e estruturar uma sociedade dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.

A partir do nada, ao redor de templos e centros religiosos desenvolveram a civilização egípcia e nos templos concentraram o conhecimento, o poder, a riqueza material e espiritual. Cada Templo revelava um tema diferente. O Templo de Osiris em Abydos, a reencarnação. O Templo de Komb Ombo, a dualidade. O Templo de luxor, em Tebas, o corpo do homem. O Templo de Hathor, em Denderá, a gestação.

O Templo de Isis, em Philae, o principio feminino. Cada Templo ampliava o conceito do processo evolutivo. O Templo de Horus, em Edfu, revelava a existencia da iluminação. O Templo de Karnac, em tebas,de dedicava a evolução da consciência.

 

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Cada Templo era um livro vivo, contando uma história diferente, especializando-se numa parte da revelação. Os Templos transmitiam o conhecimento, através de histórias simples. cheias de mitos e personagens fantásticos. Revelavam informações revelando uma história fantástica, uma parábola com ensinamentos, um mito cheio de personagens simbólicos que explicavam a vida como parte de um processo de aperfeiçoamento.

Cada personagem representava um força que moldava o caráter, que levava a agir de uma maneira específica produzindo como resultado uma ação vital que aprefeiçoava. A forma dos personagens e a ação vital que representavam indicavam a sabedoria dos sacerdotes do Olho de Horus. Para escolhe-los estudavam profundamente os animais e insetos até entender a sua função vital e o que se obtinha através dela. Depois escolhiam o melhor animal que representasse uma ação vital e o combinavam com o homem, num símbolo gráfico muito simples.

 

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Assim faziam com que a mente transferisse e evocasse suas qualidades e características. Um homem com cabeça de falcão, convertía-se num ser que tudo ve como o passaro que evoca a liberdade e a levesa do espírito. Um homem com cabeça de chacal tinha as qualidades de guia. Outro com sol sobre a cabeça indicava a sabedoria que irradiava, o alto nível de evolução de sua consciencia.

 

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Osíris

Um desses personagens simbólicos foi chamado de Osíris. Em Abydos, protegido do exterior por enormes muros, esta o templo que relata a sua história. Um enorme complexo onde viveram milhares de pessoas.

Abydos se encontra a 150 km ao norte de Tebas, a última capital do império egípcio, seu ultimo centro religioso. Por volta do ano 1300 aC, Seti I e seu filho Hamsés II, construiram um templo dedicado a revelar a existência da reencarnação. O templo era formado por dois pátios fechados, dois enormes salões com altíssimas colunas, sete santúrais e uma série de camaras de serviço.

 

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Osíris era o Senhor da Reencarnação. Representava a força que impulsiona o processo evolutivo do homem através de muitas vidas, transmutando-o num ser perfeito e imortal. Neste Templo os sacredotes do Olho de Hórus revelaram que a reencarnação é um processo evolutivo criado por Deus para permitir que o homem compreenda a evolução do Universo. A informação na consciência é ampliada lentamente através de muitas vidas, para transformar a ignorancia dos seus filhos em sabedoria. Um processo que converte espíritos inocentes e seres experientes, que entendem a razão da sua existência.

 

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A reencarnação e o processo de aperfeiçoamento

A reencarnação transforma um ser denso e rígido que permanece na baixa vibração do medo, num ser flexível, etéreo que vive na frequencia altíssima do amor. Aos poucos a sucessão de vidas transforma um homem animal num ser sábio e respeitoso, capaz de manipular imensos poderes com responsabilidade…um super homem.

O processo de aperfeiçoamento se realiza na escola universal dos contrastes, uma realidade de opostos, polarizada e dual de luz e escuridão, de matéria e espírito, de sofrimento e felicidade. O contraste permite comparar as partes antagônicas. As situações opostas permite diferenciar e compreender qual a verdade que leva ao aperfeiçoamento espiritual, a paz e a harmonia.

A porta principal do Templo de Osiris, em Abydos, abria-se quatro vezes por ano, quatro dias significativos que uma sociedade regida e orientada pelos astros demosntrava através de sua arquitetura seu conhecimento dos movimentos do sol. Esses dias de equinóscios e solstiícios definiam os ciclos climáticos da Terra, as quatro esquinas do sol, marcavam as mudanças de estação, a enchende do Nilo, o tempo de plantio e da colheita.

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O primeiro raio de sol entrava pela porta do templo, iluminando o interior do santuário de Hamon-Rá, a barca de ouro. A nave simbolizava o caminho da consciencia na terra, o do sol nos céus, a causa dos dias e dos anos num universo que nunca se detinha.

O povo só podia entrar nos patios do Templo de Osiris para participar das cerimonias realizadas ao entardecer e amanhecer de solsticios e equinócios, como em todos os templos dos egito. O primeiro salão do templo, continha informações sobre o tempo e o espaço, os ciclos zodiacais que produzem ritmos, tempos difíceis e faceis, alternancia necessária num universo de contrastes.

 

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É nesse mundo de ciclos que o espirito reencarna repedidamente para sentir na própria pele situações que lhe permitam compreender quais são os valores que estruturam o universo. Em cada vida adota uma nova personalidade, com outra familia em outro lugar e tempo, para esperimentar situações definidas por um novo destino. Tem uma mente livre para definir como agir nas situações que enfrenta e para analisar o resultado de seu comportamento. É assim que evolui, tomando milhõe de decisões e avaliar os seus resultados.

Símbolos estranhos

Curiosamente, numa das vergas do templo, ha símbolos muitos estranhos, que chamaram a atençao por sua semelhança com helicópteros e objetos voadores. Milhares de histórias se teceram querendo explicar o seu significado. Aos que dizem que nessas vergas foram escritas mensagens para os homens do futuro. E no momento em que estes simbolos forem entendidos pelos visitantes do templo, chegará a era de aquário e a humanidade viverá o fim de um ciclo e uma mudança transcedental.

 

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Trinta e seis colunas sustentam o alto teto do salão seguinte, dedicado a ordem universal, ante as 7 capelas que arrematam o templo. Num dos muros aparece Isis, irmã de Osiris, que rege a consciencia do homem, representado pelo farao Seti I, que tem o cajado de pastor de toda a humanidade.

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Da o sopro de vida, o instante divino em que o espírito encarna no corpo, para encontrar verdades sobre o universo, ao compreender os resultados de suas decisões na vida. Em cada vida se tem o novo corpo que obedece as decisões da mente e envia permanentemente informações do mundo exterior atraves dos sentidos e terminações nervosas. Vida após vida o homem experimenta uma série de circunstancias ao se relacionar com outros seres. Os acontecimentos difíceis são a lição que veio aprender, o destino que lhe corresponde.

Transformação

A reencarnação, transforma o homem pouco a pouco num ser tolerante, alguém que aprende a respeitar os outros a não querer mudar ninguém, a ser flexível, pois compreende que todos tem a sua missão. Evolui e entende que experimenta aquilo que tem que aprender, que tem o que precisa e que tudo que acontece é perfeito. Que os constrastes existem para a compreensão do universo e assim desenvolvem uma grande confiança em Deus.

Transformam o sofrimento em paz, a intolerancia em respeito, a agonia em harmonia, encontra a felicidade… Assim eleva sua energia vital, alcança sentidos e poderes e torna-se um ser invulnerável. A reencarnação transforma o homem mortal, com limitada consciencia temporal num ser imortal com consciência permamente, que pode entrar e sair voluntáriamente da matéria.

O homem tem mais de uma vida, a morte é apenas uma porta para mudar as circusntancias e receber outro destino. Cada vida é uma lição diferente, uma parte do processo de aperfeiçoamento para chegar, cedo ou tarde, através do respeito e da paz interior a imortalidade.

Revelação

A revelação egípcia estabelece que cada espírito passa por esse processo de aperfeiçoamento durante um ciclo cósmico, uma volta no sistema solar ao redor do sol central da galaxia. Durante esse durante esse período de tempo, 25920 anos, o planeta terra passa por cada uma das 12 constelações das estrelas que formam os 12 signos zodiacais na aboboda celeste. Isso acontece para que o espírito receba as difrentes energias e forças das estrelas durante 12 eras de 2160 anos. 12 ciclos que produzem diferentes processos e estados.

Durante essa volta o espírito reencarna umas 700 vezes em diferentes corpos, lugares, tempos, circunstancias, condições e personalidades. Durante essas vidas ascende do 1º ao 7º de consciência. Em cada vida aprende algo diferente, cada vez nasce marcado de maneira diferente pelas forças irradiadas pelas estrelas. Para revelar esse processo de aperfeiçoamento, de reencarnações, os sábios egípicos criaram o mito de Osiris.

Uma história com duas forças opostas que se manifestavam na mente e no universo polarizado, para permitir a evolução. A mente do homem, influenciada pela tensão entre essas duas forças fundamentais, decide comportamentos e ações que produzem resultados com os quais se aprende. O sofrimenteo permite entender a felicidade, a angustia permite entender a paz.

PARTE 2

Fonte: O arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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