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fev 24 2015

O Olho de Horus – Saqqara, A Máquina Quântica – (Episódio 6) – Parte 2

O Olho de Horus.
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Anti-Matéria – Para entender esse lugar misterioso voltemos no tempo ao momento em que lá só existia um imenso deserto, quando Imhotep começou a primeira etapa de Saqqara, o complexo subterrâneo. Começaram cavando um poço vertical na dura plataforma de granito, a coluna vertebral do complexo. O poço tem uma profundidade de 30 metros, a altura de um edifício de 12 andares e 10 x10 metros. Existe um teoria que afirma que as piramides formam uma imagem espelhada delas mesmas, uma forma virtual que se projeta embaixo da terra em que foi construída. Ali se produziria uma série de efeitos relacionados com o conceito chamado ANTI-MATÉRIA.

Através de uma câmara situada embaixo da piramide entra-se numa REALIDADE PARALELA, oposta ao mundo físico, seria seu espelho eletromagnético. Aqui o tempo avançaria ao contrário, do futuro ao passado.

Por alguma razão o acontecimento físico ou metafísico que buscavam, o fato ´que o poço é muito profundo e que apesar de ter suas paredes de pedra maciça, talhada numa plataforma de granito, as paredes foram forradas com os primeiros ladrilhos usados pelo homem. Pela primeira vez foi usado um módulo repetido uniformemente, um primeiro ladrilho de rocha para ser usado em grandes obras. O mais extraordinário é que NÃO ERAM de rocha cortada, mas FUNDIDA.

Fundir o Concreto

 

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No rio Nilo, perto das Cataratas de Assuan, na ilha de Serrel, foi descoberta uma lápide escrita com hieróglifos, talhada pelo sábio Imhotep. Contem uma fórmula química para FUNDIR O CONCRETO, que depois de seco adquire a aparência e a resistência de uma pedra. Uma equipe de cientistas franceses, dirigidas pelo químico Joseph Dalidovitz, phd em polímeros, descobriu que a mistura um aglomerado com grandes numero de cristais de quartzo, elemento que tem a capacidade de produzir eletricidade, fazendo-se brilhar suas moléculas.

Os egípcios jogavam em moldes conchas trituradas de crustáceos e fósseis encontrados a vontade nas planícies de Gizé, areia com alto teor de quartzo e alumino, pedras pome previamente queimada, sais de natrão e água. A mistura produz uma soda cáustica que reage com o alumínio da areia do rio, produzindo o aluminato de sódio. Acrescentava-se izocola, um silicio que a converte num silicato sódico de alumínio e finalmente aceniato de cobre como acelerador integral. Com essa combinação parcialmente decifrada fundiram os seus blocos de pedra para seus templos e pirâmides. Utilizaram os primeiros a ser fundidos como forma para os novos, conseguindo tal exatidão nas juntas que não deixa espaço se quer para passar uma carta de baralho.

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Uma vez forrado o poço, a 30 metros abaixo da terra, perfuraram na rocha sólida um imenso complexo de corredores e câmaras. Escavaram um número progressivo de câmaras em direção aos 4 pontos cardeais. A primeira encostada no poço duas para o leste, três para o oeste, 4 para o norte e 5 pra o sul. Cada grupo de câmaras produzia em seu interior uma frequência diferente de sons cada vez mais alta, e que estavam dentro do campo eletromagnético da piramide. Em cada câmara havia milhares de vasilhas de alabastro que vibravam em sintonia com a mesma nota da escala musical. A forma das vasilhas e dos líquidos determinava que nota musical ou frequência de vibração se sintonizava a câmara.

A nota MI ressoava em 5 câmaras, nível de entrada para a maioria dos iniciados. Aqui vibravam por cima da nota RE, que era a frequência com que chegavam. FA vibrava nas vasilhas de 4 câmaras. SOL em 3, A nota LA utilizava as 2 câmaras do lado oeste. Na Câmara principal da piramide em um sarcófago de apenas uma vasilha de alabastro os mais altos iniciados alcançavam a nota SI, e dali ascendiam a dimensões superiores. Estes espaços são chamados de Câmaras Azuis, pois seus muros estão decorados com os primeiros ladrilhos de cerâmica da história. Azulejos em diversos tons de azul turquesa. Em seu interior, uma dupla de inciados, sempre um homem e uma mulher, levitavam sintonizando-se com níveis de vibração cada vez mais altos.

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Imhotep escreveu no Kilimalion que a sétima lei do universo diz que tudo tem gênero, tudo tem sua parte feminina e masculina. O Gênero se manifesta em todos os planos do universo. Ao entrar nas câmaras aos pares, os iniciados da escola de mistérios atingiam o equilíbrio, uma neutralização de seus campos eletromagnéticos pessoais, pois os do homem giram em sentido horário e o da mulher no sentido inverso. Descobriu-se que estes ladrilhos de cerâmica tem características de supercondução, não oferecem resistência a uma carga elétrica. Certamente quando todo o complexo entrou em operação a coluna ondulatória modificou suas moléculas e estas se tornaram neutras.

A tecnologia e a mistura química para produzir o azul da cerâmica foram inventados por Imhotep. A famosa pasta egípcia, uma mistura de bicarbonato de sódio, bentonita argilosa, sílica, potássio e o bicarbonato de cobre que lhe da a característica cor azul turquesa egípcia, utilizada em inúmeros objetos cerâmicos até os dias de hoje. A cerâmica esta colocada formando uma série de arcos sustentados pela forma que simboliza a coluna vertebral de todos os seres vivos chamada de Djed. A forma transmite energia a todo o corpo e Ptah, deus criador do universo, a tinha em seu bastão de poder. A mesma forma utilizada nos pilares que transmitiam a energia das piramides pra utiliza-las nas ondas eletromagnéticas por onde levitavam os pesados blocos de pedra.

Conhecimentos tecnológicos avançados

 

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Os sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Horus tinham conhecimentos tecnológicos bem avançados para produzir ess
es fenômenos físicos ou para cozinhar o esmalte das peças de cerâmica em fornos capazes de atingir 1000 graus centígrados. Em alguma salas foram encontradas imagens em alto relevo sobre pedra, como uma do faraó Djoser, correndo no ritual do Heb Seth. a cerimonia da renovação, usando a coroa branca, que simbolizava o seu poder sobre o alto Egito. Em Saqqara também foram encontradas esculturas que se destacam pela perfeição de seus olhos de cristal, uma forma de arte que só existiu nos primórdios da civilização e que nunca foi repetida em todo o desenvolvimento posterior.

Na direção norte construíram o acesso ao complexo subterrâneo. Do funo do poço sai uma longa escada ascendente, interrompida or passagens horizontais que chegavam até a superfície. Em volta do poço, exatamente sobre a área das obras subterrâneas, construíram uma plataforma maciça com os mesmos ladrilhos que forravam seus muros. Do lado leste escavaram 11 poços verticais que desciam 5 metros além das câmaras já construídas. Ali, a 35 metros de profundidade, a partir dos poços verticais dispostos de forma regular surgem 11 galerias que terminam nas câmaras por baixo de pontos chave das câmaras azuis, situadas 5 metros acima. Nessas galerias foram encontrados mais de 40 mil vasos de cristal e alabastro, um dos títulos de Imhotep era o de fabricante de vasilhas.

 

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Nessas galerias milhares de vasos de alabastro vibravam gerando a nota FA, que é a frequência de fibração própria do planeta. As galerias eram os ressonadores da piramide, nelas se produziam um ruido que invadia toda a piramide. O Alabastro é um material capaz de vibrar e produzir ressonância quando se exerce sobre ele uma força periódica que coincida com sua frequência vibratória. A vibração produzida pelos vasos tinham uma elevada frequência, dependendo do nível de vibração que fosse necessário. Pouco a pouco por ressonância, nas câmaras dispostas para isso, enquanto que simultaneamente acontecia o mesmo com a frequência eletromagnética.

PARTE 3

Fonte: O Arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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