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ago 22 2016

Misteriosas manifestações na Caatinga

Foto meramente ilustrativa.
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Desconhecidos fenômenos luminosos avistados na terra e no céu ocorrem na caatinga baiana. NOS ARREDORES DO RIACHÃO – Fundada em 1878, a simpática cidade baiana de Riachão do Jacuípe apresenta hoje uma população de 28.690 habitantes.

Está que é cortada pela BR-324 está situada a 219 m de altitude, apresenta clima semi-árido e possui uma área total de 1.203,7 Km². A partir de janeiro de 1997 estranhos e recorrentes fenômenos luminosos se deram na Fazenda Volta do Rio, a 15Km da cidade.

Tais fenômenos passaram a ser testemunhados e noticiados, atraindo a atenção da imprensa e de ufólogos baianos. Entre os moradores das redondezas, são muitos os interessantes relatos de aparições de UFOs, evidenciando uma antiga atividade destes naquela região.

LUZ ALARANJADA – Era um dia de sábado, no final de 2003, quando a senhora Benta Silva dos Santos, 55 anos, estava a observar de sua residência, na Fazenda Icó (situada na região do Salgado), a paisagem da região e sentir a agradável brisa do lugar. Era final de tarde e, repentinamente, sua atenção foi despertada por algo de rara beleza que surgiu naquele cenário.

Era uma luz muito forte e grande, de cor alaranjada que vinha no céu em sentido leste-oeste. A luz estava sobrevoando vagarosamente as serras da região deixando um rastro luminoso atrás de si. A mulher entrou em casa correndo para chamar o pai, Ananias Ferreira da Silva, para que o mesmo também observasse aquilo.

Ele já havia visto algo semelhante e lembrou que se tratava das misteriosas luzes que esporadicamente surgem naquelas paragens.  “Foi a coisa mais linda que já pude ver durante todo o tempo que moro aqui.” contou Dona Benta. O avistamento durou aproximadamente 10 minutos.

PROVÁVEIS SONDAS – O Sr. Ananias também quis deixar registrado um avistamento que alega ter feito naquele mesmo ano, nas primeiras horas da manhã de um ensolarado dia de sábado, a partir da sacada de sua casa. Ele observou dois objetos esféricos de cor dourada e do tamanho de uma bola de futebol. Os objetos se encontram a uma distância aproximada de 300 metros dele e, segundo afirmou, faziam “acrobacias” a poucos metros acima do solo. Estes objetos menores são conhecidos como sondas, certamente expelidas por civilizações desconhecidas.

Segundo Ananias, os dois pequenos objetos pareciam estar “brincando”, pois, “passava um pelo outro, subiam e desciam, giravam, iam e voltavam, sempre voltando àquele mesmo lugar”.

Mapa da região.
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Ananias estava sozinho naquele dia e depois de poucos minutos, as esferas desapareceram. Ele fez questão de lembrar ainda que, mais tarde, ao passar pelo local do avistamento montado em seu jegue, inexplicavelmente, o animal evitava seguir adiante, quase o derrubando. Para ele, era como se algo estivesse ali assustando o seu animal.

COLUNA DE FOGO – Não menos curioso foi o caso da senhora Maria do Socorro que reside há vários anos na Fazenda Ouricurí situada na localidade de Baixa Nova. Ela cuidava de seus filhos pequenos em casa e ouvia um programa de rádio.

Ao olhar pela janela, por volta das 17h pôde se vislumbrar com um estranho objeto luminoso no solo a mais ou menos 500 metros de sua casa. Segundo ela, o objeto parecia uma torre de fogo com labaredas faiscantes e luz muito forte que ia aos poucos aumentando de tamanho no sentido vertical.

A testemunha revela que, por algum momento, ficou apreensiva e com medo, pois não sabia o que era aquilo. “Tinha uma luz muito forte mesmo e ficou ali parado entre aquelas pedras clareando tudo.”, afirmou. Passados uns 10 minutos aquilo (que se assemelha bastante a fogo) já havia atingido uma altura de 4 a 5 metros quando começou a diminuir de tamanho e aos poucos desaparecer por completo.

Posteriormente, conversando com moradores sobre o que tinha visto, alguns confirmaram que haviam também observado aquele enigmático objeto no mesmo dia e hora que ela.

MAIS SONDAS – No verão de 2001, as altas temperaturas que atingem a região da caatinga do interior baiano fizeram com que Antônio Alves, 57 anos, passasse a trabalhar com seu irmão, José Alves, no início da noite numa pequena olaria de sua propriedade, situada na região do Morro do Severo.

Eles queimavam o barro para se fazer tijolos e tudo corria tranqüilamente. As chamas intensas do trabalho contrastavam com o cenário noturno e sem lua naquele lugar inóspito.

De repente, dois objetos voadores de tamanho de uma bola de futebol (prováveis sondas) vieram da direção do pequeno morro. Silenciosamente passaram a rondar a área onde eles se encontravam.

A impressão que se tinha era de que as esferas haviam sido “despertadas” pela até então incomum atividade dos irmãos naquele horário. Uma era alaranjada e outra azul turquesa. Antônio disse que, “Ficaram rodando pelo local por mais de 20 minutos. Ficamos observando aquilo, pois era uma coisa interessante e bonita de se ver”.

Ele contou que, num dado momento os objetos se chocaram sem que se percebesse nenhum tipo de som e após isso, cada um tomou direção oposta. O Sr. Antônio lembra que desde criança ouve falar nessas estranhas luzes e que durante o tempo de sua experiência – assim como seu irmão – não teve nenhum receio perante os objetos luminosos.

Os fatos aqui reportados representam uma parte da intrigante casuística da região. O perímetro que corresponde à Fazenda Volta do Rio é palco, ainda que de forma esporádica, pouco freqüente em relação ao passado, de acontecimentos ufológicos extraordinários durante a noite, alguns deles testemunhados e documentados por este autor, como o texto em apêndice, a seguir, de autoria do pesquisador mineiro Pepe Chaves.

Ruralista tentou agarrar sonda em movimento

Sr. Francisco Guimarães.
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O destemido Chico investiu sobre um objeto flutuante e luminoso do tamanho de um pneu de carro, com o intuito de agarrá-lo.A zona rural de Riachão do Jacuípe, pequena cidade do semi-árido, situada a 183 km da capital baiana, apresenta uma regular atividade ufológica com fatos intrigantes documentados.

Dentre eles, cito um dos mais interessantes, protagonizado pelo agricultor Francisco Guimarães, no inverno de 1998. Era por volta das 22h, quando “seu” Chico, como é conhecido, 65 anos à época, retornava a pé do pequeno povoado de Baixa Nova, na região onde mora.

Naquela noite fazia frio, o céu estava limpo e sem lua. Chico, já se aproximava de sua casa, onde morava sozinho, quando avistou uma esfera de luz avermelhada, com o tamanho que ele comparou a um pneu de carro, pairando sobre um pequeno lago à frente de sua casa. O objeto não clareava muito o ambiente em volta, apesar de sua luz ser bastante intensa.

Parou por um instante e passou a observar aquela cena inusitada nunca antes vista por ele. “Era vermelhinha como brasa, ficou sobre a água, sem sair do lugar”, contou.  Chico é um homem destemido e não esperou muito, atravessou a cerca de arame farpado com o intuito de pegar o objeto já que o mesmo havia despertado sobremaneira, sua curiosidade. Adentrou cautelosamente no lago, pois tinha plena convicção de que conseguiria tal feito.

Já estava com a água no joelho, mas quando chegou a aproximadamente uns 7 metros, o globo luminoso recuou a uma distância maior, alcançando a beirada do lago. O agricultor não sentiu qualquer espécie de desconforto e nem percebeu emanação de calor ao aproximar-se daquela curiosa bola de luz. Não satisfeito, o homem continuou seu intento, avançou novamente para tentar segurar e ver melhor aquilo, mas desta vez não conseguiu chegar muito perto. O objeto recuou silenciosamente, sobrevoando a baixa altitude a vegetação, para finalmente sumir de vista.

Chico se frustrou ao perseguir e deixar escapar de suas mãos aquele curioso objeto luminoso. O destemido baiano, inconformado, afirmou: ‘se ela aparecer por aqui de novo, eu pego. “Desejei que alguém mais estivesse comigo, do jeito que ela veio e ficou era pra todo mundo ver. Ia pegar aquilo, queria ver como era… se ela aparecer por aqui de novo, eu pego”, desabafou o destemido agricultor.

Segundo calculou, o episódio teria durado cerca de 15 minutos. Chico já tinha ouvido falar naquilo, acredita que esteve diante do “Ouro Encantado”, forma como são denominadas as manifestações de sondas pelos moradores da região.

A convivência da comunidade com esses fenômenos é antiga, havendo logicamente, uma visão cultural limitada pelos valores de e costumes impostos pela sociedade rural.  Nestes casos, os mitos do imaginário popular predominam com denominações diversas, como “Mãe do Ouro”, “Ouro Pagão”, “Luz Fantasma” e outras.

No caso em questão, Francisco Guimarães foi a única testemunha daquela insólita e incompreensível presença. Este senhor goza de boa reputação em sua comunidade e ninguém duvida de seu caso, pelo que pude apurar. Não é um homem propenso a inventar estórias ou criar “causos”. Nas várias ocasiões em que conversamos, em longos intervalos de tempo, repetiu várias vezes a mesma história e não alterou uma vírgula sequer em seu relato.

Fonte: www.viafanzine.jor.br, Daniel C. CARNEIRO
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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