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set 11 2016

Avistamento de OVNIs Sobre Belo Horizonte.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
(Clique na imagem para amplia-la)

Avistamento ocorrido em Belo Horizonte, fato ocorrido no sábado dia 03 de Agosto de 2013, em virada para o dia 04 domingo, por volta das 23:30hs daquela noite onde acabávamos de sobrevoar a cidade brasileira de Belo Horizonte, capital das Minas Gerais.

Como num passe de magica após alguns minutos fomos surpreendidos por um objeto voador não identificado gigantesco que apareceu bem em cima de nós, era imensamente grande e estava por cima cerca de 100 metros ou até menos, seu tamanho podia ser de 3 a 4 vezes o tamanho da nossa aeronave, um Airbus A320.

Saímos de São Paulo rumo a cidade de Teresina (primeira vez que eu visitaria aquela localidade) e momentos antes por grande curiosidade perguntei aos pilotos se já haviam visto objetos não identificados nos céus, pois era de dar arrepios, acabou acontecendo mesmo conosco, seria grande coincidência ou pressentimento?

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
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Desta maneira a grande nave nos ultrapassou por cima muito lentamente, estávamos a 39 mil pés de altura e a uma velocidade aproximada de de 850 km por hora, com certeza ela deve ter aplicado 100 ou 150 km a mais do que nos para tal feito.

Logo após ter nos ultrapassado aplicou depois uma velocidade maior para que pudesse se afastar muito mais e bem rapidamente. Depois manteve a sua velocidade por algum período como se estivesse parada no ar.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
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Podíamos vê-la bem mesmo a nossa frente como se estivesse a dizer OLÁ! tudo bem?

Jamais na vida vi algo semelhante e todos da tripulação ficaram visivelmente num estado emocional de êxtase, beirando a desconfiança e a incredulidade passando pela felicidade de poder ver algo tão especial e que poucos tem a oportunidade de compartilhar .

O mais curioso é que a gigantesca nave sequer aparecia no radar TCAS do nosso avião e nem em nenhum dos aviões que voavam na mesma localidade, tampouco nos radares do ACC Brasília, órgão de controle de voo responsável por aquela jurisdição aérea .

Como profissionais fomos obrigados a reportar a situação para que a defesa do País pudesse tomar as providencias cabíveis quanto a averiguação daquele fato, selecionando uma freqüência de comunicação diferente e descrevendo toda a posição geográfica e as movimentações da maquina estranha.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
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O órgão de controle acionou a força aérea para que a mesma enviasse um caça da base aérea de Anápolis ou Santa Cruz, a fim de intercepta-la e dimensionar as suas intenções.

Assim o fizeram mas como se já soubessem de tudo o que ia acontecer, a gigantesca nave se inclinou para a esquerda permaneceu alguns minutos, em total permanência de sua altitude, velocidade e sem curvas.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
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Logo a seguir depois de permanecer parada (na mesma velocidade que nós) aí sim adotou uma curva e saiu em retirada numa velocidade fantástica que humanamente era impossível de mensurar, era mais rápida do que qualquer coisa já vista na terra e das tecnologias das quais conhecemos.

E se afastou, indo para muito longe. Fato curioso é que nesse deslocamento, aconteceu algo muito bonito naquele céu claro e sem nenhuma nuvem. Uma chuva de estrelas cadentes! Até brincamos entre nós para fazermos pedidos que com certeza seriam realizados.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
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Sem podermos imaginar que fenômeno era aquele e quais os motivos, razoes ou circunstancias restou nos apenas observar e admirar embasbacados tudo o que se passava.

Ficava cada vez mais difícil darmos orientação de localização para o Centro de Controle Aéreo, por que tudo era muito surreal e fantasioso para descrentes.

Mas foi REAL, e visto por várias pessoas. Lá ao longe, ainda podíamos vê-lo, só que a distancia e o nosso deslocamento contrario a rota que o mesmo fez não trazia mais a perfeição de detalhes.

Vimos luzes, luzes que eram muitíssimo fortes mesmo a quilômetros. Uma vinha do solo, sim, da terra, em algum lugar do interior de Minas Gerais, outra no ar e e outra que vinha da própria nave, formando um reta de 45 graus que piscava simultaneamente luzes umas com as outras. Depois de alguns breves minutos perdemos o contato visual, e não sabemos até hoje o que foi aquilo e quais eram as suas intenções.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
(Clique na imagem para amplia-la)

Eu era um sujeito muito desconfiado quanto a esse tema, porém depois daquela experiência passei a ter a certeza de algo estranho acontece por aí, existe mesmo, objetos voadores não identificados. Questionados pelo ACC – trafego aéreo – notificamos a perda de contato visual, assim findou – se o caso e o caça retornou a sua base sem nem ao menos ter conseguido chegar perto ou avistar o objeto.

Croqui do observador mostrando o avistamento sobre BH.
(Clique na imagem para amplia-la)

A Nós foi solicitado que não fizéssemos um relatório formal perante as autoridades nacionais. Podendo acarretar numa bateria de exames psicológicos, psiquiátricos, toxicológicos e suspensão de licenças de trabalho e carteiras profissionais sem data definida para normalização e conclusão do processo investigativo. Foi nos aconselhado e assim o fizemos.

Porém , resolvi aqui escrever de uma maneira informal para que jamais possa esquecer e compartilhar com o máximo de pessoas possível. VOCÊ, leitor que não acredita, não me importo com a sua opinião. Em nada vai mudar o que se passou e tampouco tirar da cabeça toda uma situação compartilhada por varias pessoas .

Não sei se digo que foi sorte ou azar termos avistado a nave, porém só posso dizer que estávamos ali, naquela noite, naquela hora e no momento certo. Desenhos de minha autoria para ilustrar.

O nome da empresa aérea não foi revelado pelo observador

Vídeo de um Ovni em Belo Horizonte (duas partes), não se trata do mesmo caso:

 

Fonte: dyegotheo, m3m3

Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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2 comentários

    • Viviane on 15 de setembro de 2013 at 11:30 PM
    • Responder

    Muito interessante o relato,mas não cita a fonte.
    E ninguém tinha câmera no avião??

    1. Também achei estranho de uma ocorrência tão peculiar assim não ter sido registrado, porém fica aqui o relato, se é verdade ou mentira, fica na consciência do relator Dyego L. S., um tripulante da aeronave em questão.

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