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nov 19 2016

O Caso “Utsuro Bune” e Outras Evidências Extraterrestres no Japão Antigo.

Utsuro Bune.
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Um evento bem gravado na memória popular e pouco conhecido no mundo ocidental são os acontecimentos de Utsuro Bune . Esse é um mito que data do ano de 1800 no Japão. Ele afirma que um OSNI (objeto submerso não identificado) lavado acima na costa. Os habitantes da aldeia testemunharam um objeto estranho, em formato esférico, boiando na costa.

O Iwase Bunko Biblioteca tem em sua posse um documento intitulado Hyouryuukishuu (“Contos de Náufragos”), que foi impresso durante o período Edo (1603-1868).

Para conhecimento de geral, o Período Edo do Japão (1603 a 1867) foi uma época muito próspera para o povo japonês.  Pela maior parte desta era, o Japão estava quase que completamente cortado do resto do mundo.  Não havia comércio, viagem e tampouco migração ocorrendo por estes mais de duzentos anos.  Era um total isolamento do restante do mundo, o qual quase nem sabia da existência dos habitantes do Japão, seus costumes, práticas e religiões.  Para os japoneses, este isolamento os permitiu viver longe da guerra e focar em sua cultura, arte e situação econômica.

Utsuro Bune.
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Era o ano de 1803 , e segundo o documento, esta embarcação foi levada para terra, em Hitachi-no-kuni (Ibaraki atual). e alguns pescadores da costa de Harash-ka-hama, que está localizada no norte do Japão, estavam relaxando após um dia duro de trabalho, quando avistaram algo estranho vindo para a costa.  De longe, os homens avistaram o que parecia ser um barco de aparência estranha.  O objeto parecia estar vagando sem rumo pelo Oceano Pacífico.  À medida que vagava mais próximo da costa, os homens decidiram se aventurar ao seu encontro, para melhor observá-lo’.

Cuidadosamente os pescadores foram em direção ao objeto.  Quando se aproximaram, eles notaram que este não era um barco qualquer.  Pelo menos, não era nada haviam visto antes.

Os homens decidiram rebocá-lo até a costa.  Naquele momento, haviam mais pessoas por sua volta, as quais estavam curiosas para ver o que estava em seu interior.

Todos  rapidamente o cercaram e começaram a examinar o material com o qual o objeto havia sido construído.  Pelo que se sabe, a descrição da parte superior do objeto era similar ao bambu.  Parecia ser algo muito forte e liso, com uma camada de tinta vermelha que cobria toda a parte superior.  Também na parte superior havia várias janelas de vidro, ou cristal, as quais os permitiam ver para dentro do objeto.  Estas janelas estavam cobertas por barras, talvez como ornamentos, ou talvez como medida de proteção.

Quanto à parte inferior do objeto, a lenda relata que era construída com placas de latão.  Um desenho muito bizarro para a época.  Mas o que era mais bizarro foi o que estava dentro do objeto.

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– O interior do objeto:

Olhando para dentro do objeto, os pescadores viram um interior decorado por símbolos estranhos, pelo menos para eles.  Os símbolos, parecidos com formas geométrica, confundiram os pescadores japoneses.  O que eles significavam? De onde vinham?

Estas questões desapareceram rapidamente, pois os homens fizeram uma descoberta excepcional.  Dentro do objeto, entre os estranhos hieróglifos, havia uma jovem mulher sentada.

De acordo com a história, a mulher era muito jovem e parecia ter somente 18 ou 20 anos de idade.  Ela foi descrita como tendo cabelo e sobrancelhas vermelhos como o fogo, e uma pele rosada macia e muito pálida.  Os homens notaram que a mulher também tinha mechas brancas e longas nos cabelos e vestia uma roupa feita com tecidos desconhecidos.

À medida que os homens rapidamente cercavam o objeto para ver esta estranha, eles notaram que ela estava agarrada à uma caixa alongada, a segurando contra seu peito.  A mulher levantou e os homens se afastaram.  Ali, em plena luz do dia, a misteriosa viajante saiu do objeto e plantou seus pés em solo japonês.

Utsuro Bune.
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Os homens notaram que, não somente a misteriosa visitante não se parecia como eles, mas que também ela falava uma língua estranha.  A mulher foi descrita como sendo muito amigável e cortês.

Tanto os pescadores, quando a visitante, tentaram se comunicar. No entanto foi tudo em vão. Sentindo que eles não estavam avançando, os pescadores decidiram ver o que a visitante estava segurado dentro da caixa alongada.  Ela nunca permitiu ninguém tocar a caixa.
Os homens tentaram novamente comunicar com ela e ela, por sua vez, também tentou fazer um intercâmbio de informações.

Após tentativas de comunicação, os pescadores relataram que a mulher desistiu e voltou para dentro da Utsuro-bune, retornando para o mar.

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 É a famosa lenda de Utsuro Bune ou Barco sagrado. Mas de onde teria surgido esse barco sagrado? Não poderia ter vindo do Triângulo do Dragão? Ou teria na verdade vindo dos céus? Dentre cinco diferentes e conhecidos desenhos do barco sagrado, todas são muito similares e todas com formatos parecidos com OVNIS!

-Os Dogü:

Em certo momento da cultura japonesa, foram criados os Dogü, pequenas estátuas com um formato muito sugestivo. A aparência não é nada humana e nem de natureza conhecida. Possui como um capacete, vestimenta de mergulhador ou astronauta, ferramentas pelo corpo e muitos botões.

Segundo as lendas e a cultura japonesa, tudo o que hoje eles sabem língua, escrita, casas, comida entre outros tantos símbolos culturais japoneses foram ensinados por esses deuses que chamam de Dogü. E estes deuses japoneses teriam de fato vindo do espaço como a cultura diz. 

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O Triângulo do Dragão

Utsuro Bune.
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O Mar do Diabo (em japonês: 魔の海, Ma no Umi?), Triângulo do Dragão ou do Pacífico é uma região do Pacífico ao redor da Ilha Miyake, cerca de 100 km ao sul de Tóquio. Um dos lados do triângulo pode estar na ilha de Guam. Apesar de o nome ser usado pelos pescadores japoneses, não aparece nas cartas náuticas. É considerado muitas vezes mais perigoso e ameaçador do que o famoso Triângulo das Bermudas.

Entre os fenômenos reportados no Mar do Diabo estão as perdas de barcos e aviões (mais do que no Triângulo das Bermudas) , numerosos navios fantasmas, barcos não identificados, OSNIs  e perdas de intervalos de tempo.

O escritor americano de ficção Charles Berlitz escreveu um livro chamado The Dragon’s Triangle (O Triângulo do Dragão, 1989). Segundo ele, o Triângulo do Dragão aparece como uma zona perigosa nos mapas japoneses. Também afirma que, nos anos de paz entre 1952 e 1954, o Japão perdeu cinco embarcações militares com um total de tripulação desaparecida que supera 700 pessoas. O governo japonês, a fim de saber o motivo da perda de barcos e pessoas, financiou uma embarcação de investigação tripulada com mais de 100 cientistas, para estudar o Mar do Diabo. Depois, a embarcação desapareceu com todos os cientistas, e o Japão declarou a área como zona perigosa.

Curiosamente, o Triângulo das Bermudas situa-se diretamente na mesma linha de latitude do triângulo do dragão, 35 graus, levando muitos pesquisadores a acreditar que exista um Buraco de minhoca, um tipo de túnel que poderia ligar o Triângulo das Bermudas com o Triângulo do Dragão, dando a entender que um dos dois triângulos serve como buraco e o outro como um buraco branco.

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Outro caso que intriga os investigadores até os dias de hoje é o desaparecimento da renomada aviadora americana, Amelia Earhart (a primeira mulher a receber a “The Distinguished Flying Cross”- condecoração dada por ter sido a primeira mulher a voar sozinha sobre o oceano Atlântico.), que desapareceu em 1937, quando sobrevoava este local no Pacífico.

A Cidade Submersa de Yonaguni

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Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental.
Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.

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Ao longo de mais de uma década de explorações, a equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, explora o sítio arqueológico submarino. Estes mergulhadores já localizaram nada menos do que oito estruturas megalíticas, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide construída nos mesmos padrões astecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.

Pensa-se ser a cidade submersa de Yonaguni a construção mais velha do mundo, com quase duas vezes a idade das grandes pirâmides do Egito. A formação retangular de pedras abaixo do mar na costa do Japão poderia ser a primeira evidência de uma desconhecida civilização anterior a Idade da Pedra, dizem os arqueólogos. O monumento tem 600 pés de largura e 90 pés de altura e foi datado com pelo menos 11.000 a.C! Ora, mas como então poderia ter sido essa cidade construída de forma tão precisa e impressionante, se nesta época o homem ainda andava agachado e começava a entalhar instrumentos com pedra?!

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Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurates da Mesopotâmia. Foram encontradas também marcas nas pedras que evidenciam o trabalho realizado nelas, chegando ao nível de especialização de possuírem até mesmo entalhes. Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria, eliminando totalmente a hipótese de formação natural em Yonaguni, que praticamente já não era mais considerada.

Mas o terremoto também revelou outra estrutura…

– A Face:

Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México.

Coincidência, ou não, a cidade submersa de Yonaguni encontra-se exatamente na região do Triângulo do Dragão!

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Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a “identidade” da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma “civilização perdida” repousa no leito daquele mar. Especula-se que seja Lemúria (ou Mu) ou até mesmo Atlântida. Doravante, faz-se evidente as evidências de que em tempos muito remotos, grandes e evoluídas civilizações (terrestres ou não) ocuparam a face da Terra.

Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações tão avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência, e infelizmente sonega informação e impede novas descobertas e revelações importantes.

Como verificamos, a terra do sol nascente guarda muitos segredos. E segredos muito antigos. Tão antigos, que foram esquecidos, muitas vezes sob a aparência calma e plácida de suas águas abundantes. Uma nação que nasceu em uma ilha, tem uma intimidade única com o Oceano, este que ainda é um território mais inexplorado do que o entorno do Cosmos, para nós. Quem sabe quais segredos estas águas abriam ainda? Quais revelações? Quais histórias esquecidas? Assustadoramente, podemos enfrentar fatos que desafiam nosso limite da sanidade. Talvez nesse momento, seja necessário acautelar-se e inspirar-se na explanação do filósofo Friedrich Nietzsche: “Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”

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Vídeo: Utsuro Bune – O Mistério do Ovni Japonês de 1803.

Fonte: Henrique Guilherme, Ab Origine

 

Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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