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jan 16 2017

Contato imediato de terceiro grau em Emilcin

Descricao do Veiculo.
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O que aconteceu a Jan Wolski em 10 de maio de 1978, na aldeia de Emilcin, sudeste da Polônia? Por Nautilus Foudation. Jan Wolski [pronuncia-se Ian Vol-ski], nascido em 29 de maio de 1907 e falecido em 08 de Janeiro de 1990, era um fazendeiro da aldeia de Emilcin a sudeste da Polônia e só estudou três anos de escola primária, depois teve aulas particulares por um ano e, finalmente, mais dois anos (de escola) na aldeia vizinha Zosin. Era casado e tinha quatro filhos. No dia 10 de maio de 1978, ele estava voltando para casa em uma charrete com sua égua.

Vinha de uma aldeia próxima, onde levara a égua para cruzar com um garanhão. Como a estrada principal era asfaltada e muito dura para a égua que ainda não tinha ferraduras, ele tomou o acostamento e depois uma trilha de floresta, que também era atalho para sua casa.

De vez em quando ele entrava no mato, que tocava e arranhava sua cara. Quando ele saiu do trecho de mato, viu dois seres andando pela trilha. Os seres saltaram sobre um trecho de lama, sendo que um deles não saltou direito, pisando e deixando uma marca estranha de calçado, impressa na lama. Wolski passou pelos seres, um de cada lado do caminho e eles pularam para dentro de sua carroça.

Aí é que ele notou suas características, caras esverdeadas, olhos amendoados, uma fenda no lugar da boca, uniformes pretos, levemente similares aos de mergulhadores, e pequenas membranas entre dois dedos. As vozes eram agudas e falavam entre si extremamente rápido, numa língua desconhecida por Wolski. Inicialmente, Wolski pensou se tratar de um tipo de chinês, com suas caras pintadas de verde por alguma razão.

Quando Wolski e sua carroça chegaram a uma clareira, ele viu um objeto flutuando à direita, quase parado, fazendo apenas um leve movimento para cima e para baixo. Era branco e lembrava um ônibus, algo com forma de paralelepípedo, com cantos arredondados. Era absolutamente silencioso e não tinha emendas em parte alguma Wolski foi “convidado” para entrar no objeto.

A porta, até então não era visível de jeito nenhum. Dela desceu uma espécie de “elevador”, semelhante a uma plataforma sustentada por quatro cabos. O “elevador” subiu rapidamente. Um dos seres, entretanto, ficou no chão, enquanto outro subia para a plataforma. Nesta, havia um outro membro da “tripulação”, que subiu com eles (Nota: Jan Wolski e um dos seres que encontrara).

Jan Wolshi.
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O interior da nave era todo de cor grafite, sem iluminação, nenhum painel ou algo semelhante. Também era todo homogêneo, sem emendas, como o exterior. A única peça do equipamento que Wolski viu, foram “bancos” saindo das paredes do objeto. Um dos seres pegou algo como varetas e seguidamente inseriu-as em finos orifícios em uma das paredes e manipulou-os.

Um outro ser estava comendo algo como gelo, que se congela, mais ou menos com a forma das estalactites de nossas grutas. (vide “icicle”), mas parecia macio como um bolo. O ser ofereceu um dos pedaços de “gelo” (icicle) a Wolski que o recusou. Num dos cantos da nave Wolski notou uma pilha de pássaros de cor preta, gralhas ou corvos.

Reconstituição das criaturas.
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Por meio de gestos, os seres, de dentro da nave, mandaram Wolski se despir. Após fazê-lo, os seres colheram medidas dele, usando dispositivos que pareciam dois pratinhos ou pires, um sobre o outro. Tocaram em todo o corpo de Wolski, batendo os tais “pratinhos” como quem bate castanholas. Eles se interessaram muito pelo cinto de couro de Wolski.

Findo o exame, sinalizaram para ele se vestir. Ele sorriu para eles (não sentiu medo) e fez uma leve reverência. Os seres fizeram uma careta, como se quisessem retribuir o sorriso e também retribuíram a reverência. Em seguida, Wolski e um dos seres voltaram à plataforma, que desceu rapidamente, parando a uns 50 cm do chão.

Memorial Local da Abdução.
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Wolski voltou depressa para casa, ansioso para contar à família e aos amigos o que se sucedera. Quando um dos seus filhos e mais um vizinho correram até a clareira, o objeto já não estava mais lá. Tudo o que restou foi uma área gramada, onde não nasceu mais nada por anos, exatamente no ponto onde o objeto permaneceu.

Mais tarde só cresceu vegetação amarelada no lugar. A área permanece marcada até os dias de hoje, mas não mais tão visível. Este é o tipo de relato, onde pessoas como Wolski, pareceriam ser protagonistas únicos. Entretanto e surpreendentemente, não foi assim. Outras pessoas da vizinhança, viram e de surpresa, ora os seres, ora a nave, ora ambos, embora em circunstâncias diferentes.

De fato, duas crianças da aldeia de Emilcin, Adam e Agnieszka Popiolek [pronúncia Po-pio-uec] viram um “ônibus” estranho subindo sobre o teto do celeiro de sua casa. Adam também viu um “piloto” através de uma “janela” da nave. O menino contou isso a sua mãe, que por sua vez, estava em casa e ouviu um estranho estrondo. Assim que contou a história à mãe, ele e sua irmã voltaram para o quintal para brincar e não disseram nada a ninguém mais.

Algum tempo depois, a mãe do menino ouviu falar da “abdução” de Wolski, através de um vizinho. E Adam não tinha comentado sua observação com ninguém. E assim foi até que o pai do menino chegou em casa. Então, Adam contou sua observação ao pai, mas este não lhe prestou muita atenção, porque estava com pressa e tinha de sair correndo. Nesse meio tempo, a senhora. Popiolek contou à sua irmã o que ela ouvira do vizinho. E Adam também não participou dessa conversa. Mais tarde, o pai de Adam voltou para casa de novo e pediu mais detalhes ao menino sobre sua observação. E este contou ao pai tudo que vira e ainda fez um esboço da nave.

Reconstituição.
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Outra testemunha parece ter visto uma nave praticamente idêntica, embora em lugar e ocasião diferente. Henryk Marciniak [pronuncia-se Mar-tchi-niac] viu um objeto numa pequena cidade do meio-oeste polonês a 27 de setembro de 1978.

Na tarde daquele dia ele fora colher cogumelos numa clareira. De repente viu uma nave estranha. Demorou um pouco, mas montou em sua motocicleta rodou até o estranho objeto. Numa questão de instantes viu abrir-se um portal, onde não havia sinal deste antes, e dois seres.

Os tais seres ladearam Marciniak e este lhes estendeu a mão, num gesto de boas-vindas. Os alienígenas interessaram-se pela motocicleta de Marciniak e por gestos, pediram-lhe para montar nela. Nisto um zumbido veio de dentro da nave e os seres voltaram devagar para o objeto, que depois subiu e desapareceu.

Tabela 1.
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Mas não finda aqui os eventos de Emilcin.

– O dono de uma fazenda em Emilcin, a uns 200 m de distância da clareira ouviu um ruído estranho.
– Dois homens, viajando de Varsóvia para Opole Lubeskie, viram um estranho objeto no céu.
– Tadeusz Baranowski, um artista plástico, que fez esboços durante a pesquisa em Emilcin achou penas de pássaros pretos (corvos), cortadas de modo estranho.

Todo o evento foi exaustivamente pesquisado pelo então famoso ufólogo Zbigniew Blania-Bolnar, que faleceu em 2003. Ele e uma equipe de pesquisadores de diferentes áreas profissionais (psiquiatra, psicólogo, biólogo, hipnólogo, médico, físico etc.) conduziram, possivelmente uma das mais bem documentadas pesquisas quanto ao assunto.

Tabela 2.
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Durante a pesquisa, excluiu-se completamente a hipótese de que Wolski pudesse ter inventado a história, não restando dúvida de que ele descreveu aquilo que viu e vivenciou realmente. Os resultados da pesquisa foram comentados num livro, Zdarzenie w Emilcinie (Um Evento em Emilcin). Um pouco antes, o Caso Wolski foi documentado em formato de história em quadrinhos na revista Relax (1978) com o título de “Visitantes”, com desenhos de Grzegorz Rosinski e Henryk Kurta.

– NOTA DO EDITOR: Segundo o ufólogo Alberto Francisco do Carmo, tradutor deste texto, nenhum dos desenhos desta matéria representa com fidelidade a escala das medidas relatadas por Wolski e demais. Como se verá em estudo inédito de Alberto Francisco do Carmo, refeito o UFO na escala correta, o bizarro objeto avistado na Polônia em 1978, realmente ganha certo aspecto de “ônibus”, tal como descrito pelas testemunhas. Também a indicação de “branca” como a cor do objeto, descrita por Wolski, parece não ser exata por suas limitações de vocabulário, o que é compreensível para um homem do campo, do seu tempo e com pouca instrução. Provavelmente o objeto era prateado.

Fonte: www.nautilus.org.pl – Varsóvia – Polônia
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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