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jan 18 2017

Os Evangelhos segundo a Ufologia

Os Evangelhos segundo a Ufologia.
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O primeiro período da década de 1970 no Brasil, de atrocidades da ditadura militar contra seus opositores, coincidiu com a conturbada adolescência da Ufologia brasileira. O Catolicismo era oficialmente “a religião do Brasil. Nesse contexto, surgem no país as primeiras obras que levantariam graves suspeitas sobre o que diziam as escrituras sagradas do Cristianismo.

CComo uma adolescente rebelde, a Ufologia brasileira, através do livro ’A Bíblia e os Discos Voadores’ (do ufólogo Fernando Cleto Nunes Pereira), atingiu os principais alicerces da Igreja.

POLÊMICAS
Provavelmente, não era a intenção dos autores das obras citadas adentrar na questão dos UFOs na Bíblia, mas uma coisa puxa a outra. Para a Ufologia, a questão está exatamente aí: quem é Deus e quem são esses auxiliares que tanto influenciaram nos protagonistas da Bíblia? Considerando-se que em Gênesis, os evangelistas se referem a Deus em hebraico por meio da palavra elohim, que significa deuses, e não Eloah, no singular, como seria o correto, vemos a variedade de líderes e suas falanges celestes que nos visitaram no passado.

DIVINDADES AFRICANAS

O filósofo e teólogo Roberto dos Santos Miranda acha que essas teorias ufológicas têm seu fundo de verdade. Esse foi um dos motivos que levaram os apócrifos a serem proscritos dos textos sagrados. As teorias são então encaradas como milagres, tendo, portanto, origem divina. Padre Miranda lembra que o Vaticano tem inúmeros volumes da Biblioteca de Alexandria, salvos por antigos sacerdotes antes dela ser destruída pelos romanos. Manuscritos com toda a história das primeiras civilizações. J. J. Benítez O primeiro ufólogo a questionar exclusivamente os Evangelhos apócrifos, bem antes dos novos teólogos, foi o espanhol J. J. Benítez, no livro ’Os Astronautas de Yaveh’, em 1980 [Editora Mercuryo]. Benítez chama a atenção sobre a presença constante dos anjos e sobre os talentos dos protagonistas do Antigo e do Novo Testamento, que são ainda mais surpreendentes nos apócrifos.

Os Evangelhos segundo Ezequiel.
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UFOLOGIA E EVANGELHOS

Para tirar conclusões livres dos preconceitos e visões dogmáticas do Cristianismo, busquemos a velha máxima de Jesus Cristo: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Precisaremos apenas nos transportar dos remotos tempos bíblicos para a nossa era. A postura que propomos é feita pela Ufologia há décadas, mudando conceitos bíblicos e encarando-os do ponto de vista atual. Tudo com base nas tecnologias ao nosso alcance, na rica casuística ufológica e nos incontáveis relatos acumulados. Para os ufólogos, isso entra no campo de grupos secretos identificados como os iluminati da Igreja, os quais possuem conhecimento para identificar extraterrestres entre anjos e deuses. Os iluminati sabiam o que faziam ao interferir, por exemplo, nas investigações sobre as aparições da Virgem de Fátima, um fenômeno de caráter ufológico ocorrido em Portugal séculos depois da morte de Maria. Isso mostra a grande influência que os iluminati têm no Vaticano. Devido ao grande número de textos e passagens da Bíblia canônica e da apócrifa, escolhemos apenas trechos de alguns desses livros, retirando os aspectos mais contundentes em relação à Ufologia.

Enoque.
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ENOQUE, UM ENVIADO

O primeiro versículo do relato atribuído a Enoque descreve dois seres enormes, cujo aspecto o aterrorizou. Esses dois seres são identificados como os anjos Samuil e Raguil. Enoque seria abduzido por seres com faces resplandecentes, olhos como chama e uma voz que soava como um canto. As asas douradas seriam algum instrumento metálico nas costas, talvez para função comunicativa, respiratória ou locomotora. A jornada deveria, no mínimo, chegar aos limites da Via Láctea e durar muitos anos para quem estivesse na Terra. Vários lugares, ou céus, foram descritos e algumas estrelas além do Sol também parecem ter sido visitadas.

Segundo a Bíblia (em Gênesis 5 – versículos 21 a 24) Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou, repassou tudo o que vira em mais 30 dias na Terra e partiu novamente aos céus, vivendo ao todo 365 anos terrestres. No entanto, no apócrifo, Enoque afirma que foram 165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém, e não 65. Na menor das hipóteses, a viagem de Enoque durou cerca de 100 anos terrestres e, na maior, 200.

No terceiro capítulo do Livro de Enoque, ele é levado ao “primeiro céu” através das asas dos anjo, e depois elevado às nuvens. Nos parece um traslado antigravitacional, causado provavelmente por alguma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres, suas asas, levando-o do chão à nave. Essa, por sua vez, alçou vôo em direção ao espaço, a exemplo do que ocorreu com Elias (II Reis, capítulo 2 – versículo 11), levado por uma carruagem de fogo aos céus.

GRANDE MAR

Durante o vôo, Enoque tem, acima, a visão do espaço sideral (Éter). Ao olhar o horizonte e abaixo, o que mais lhe parecia com um grande mar, “maior que o mar da Terra”. Enoque possivelmente teve a
mesma impressão de Yuri Gagarin em 1961, quando relatou: “A Terra é azul!” Para Enoque, pode ser que o grande horizonte azul do planeta, quando se chega às últimas camadas da atmosfera, lhe parecera o maior dos mares.
Deve-se considerar que, frente àquelas novidades, o contatado poderia confundir os locais que visitava, já que não possuía palavras para expressar exatamente o que presenciava. Supomos que aquilo que Enoque entendia como céu, estrelas, planetas e cidades seriam naves de uma frota estelar, dada a riqueza de detalhes de sua descrição. Como alguém da Antigüidade interpretaria os equipamentos para navegação aérea espacial, numa cabine de avião ou numa sala de controle da NASA, por exemplo?
Nos capítulos 11e 12, o viajante visita e identifica o que nos parece ser a rota da Terra, no Sistema Solar, acompanhado de aparelhos voadores. Enoque nomeia dois principais: Fênix, pássaro que ressurgia
das próprias cinzas, e Chalkydri, termo que parece vir da união de duas palavras do sânscrito, Chakchur [o olho do mundo ou Sol] e kirti [luz, explendor]. Ambos tinham pés que lembravam a cauda de um leão, corpo cônico achatado e com formato de cabeça de crocodilo, com grandes dimensões.
Seria coincidência qualquer semelhança com um ônibus espacial, flutuando por meio de jatos estabilizadores, como várias asas laterais, sapatas de aterrissagem dotadas de sistema propulsor, bem como na parte traseira da nave?

ARMAS TERRÍVEIS

Nos versículos 7, 10 e 18, Enoque relata o que achava ser o inferno. Nos dois primeiros, apenas identifica os seres sofredores, vigiados por anjos de pele escura, descritos como “impiedosos que portam armas terríveis”.
No versículo 18, observa e fala aos soldados chamados ‘grigori’, seres com aparência humana, ostos sem viços e bocas que apresentavam “silêncio perpétuo”. Enoque diz que “eram maiores que os maiores gigantes”. Ao que parece, parentes dos gigantes que visitaram e fecundaram mulheres terrenas, conforme relato bíblico no Gênesis, capítulo 6, versículos 1 a 4. Percebe-se grande semelhança entre os fatos do Gênesis e os relatos atuais de mulheres abduzidas, submetidas a processos de fecundação após o rapto, geralmente praticados por seres alfa-cinzentos, os famosos grays. Seriam os tais anjos escuros?
Alguns deles chegavam a atingir grandes estaturas. Será que o termo grigori se relacionava com o ‘gray’ atual?
No dito “décimo céu”, citado no 22.º capítulo de seu livro, ele identifica a face do Senhor como …”ferro que arde em fogo e que, ao sair, emite faíscas e queima”.
Segundo as ordens do mesmo Senhor, um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com uma roupa luminescente, que o fez parecido aos seres. Deram-lhe também uma “pena de escrita rápida”, mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns a serem copiados. Enoque escreveu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados “livros do Senhor”, e retornou à Terra.
Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tarefa. Passou o material aos filhos durante outros 30 dias. Depois, partiu definitivamente para os céus.
Em alguns casos de abduções investigados por psicólogos, os abduzidos atuais relatam, sob hipnose, ter passado por experiências parecidas à dele: foram untados, submetidos a intervenções médicas e, em muitos casos, receberam informações sobre a vida na Terra e em outros planetas.

A GRAVIDEZ DE MARIA

Sabe-se que Ana e Joaquim não podiam ter filhos. Ao que tudo indica, Ana era estéril. Mesmo assim, Maria nasceu. Seria um milagre ou o anjo que apareceu a operou e proporcionou-lhe a
fecundidade?
À luz da religião, isso não deve ser discutido, pois a Deus tudo é possível. A ciência não vê os fatos dessa forma e, a menos que questionemos a veracidade dos vários Evangelhos, devemos seguir em
frente.
Se tomarmos como premissa que um ser especial como Jesus deveria possuir características genéticas especialíssimas para se tornar um Homem-Deus, devemos considerar também que não só o seu Pai Celestial, mas também sua mãe terrena, deveriam ser especiais.
Hoje vemos cirurgias usando computadores ligados a câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. Sem contar procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias,
cateterismos, etc. Algumas dessas operações são feitas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, via satélite. Transposto para a época de nascimento de Maria e de Jesus isso seria
ficção científica. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por extraterrestres.
O filme ’Intruders’ [1992], baseado na obra de Budd Hopkins, faz referência às cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados via hipnose.
Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vitimas, como o norte-americano Dr. Roger Leir. Todas essas tecnologias parecem ultrapassadas, se comparadas à capacidade tecnológica que esses alienígenas teriam de viajar pelo universo.

PROSCRITOS DA BÍBLIA

Supondo a possibilidade acima, levantamos uma séria dúvida sobre qem teria fecundado Ana, se Joaquim estava longe de casa.

No Evangelho de Tiago, parte integrante do livro ’Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia’, percebemos que …”Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher. E se retirou para o deserto. Armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites”. Além disso, andaram 30 dias seguidos na viagem de retorno, totalizando mais de dois meses fora de casa.
Teria também Joaquim tido um contato de 4.º grau, já que o anjo de Deus apareceu para ele rodeado de imenso esplendor, conversou e, após isso, se elevou aos céus em meio à fumaça? O que teria causado tamanho choque a Joaquim, a ponto de ele ficar prostrado no chão por horas? Seus servos também tiveram dificuldade para erguê-lo.
O que o anjo queria dizer com a frase “Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando esses itens foram oferecidos por Joaquim? Parece que esse mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, conforme os apócrifos de ambos.
As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos de vida de Maria no templo, quando ela era vista freqüentemente assistida e alimentada por anjos, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria essa a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim?
O que Mateus quis dizer quando se referia à face resplandecente como “a neve de Maria” e por isso “apenas se podia olhá-la com dificuldade”? A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, bem como nos avistamentos atuais de tripulantes de ÓVNIs.
Como estamos discutindo esses textos do ponto de vista científico, e não religioso, temos de nos valer de suposições baseadas nas interpretações teológicas. Porém, devido ao grande número de relatos semelhantes descrevendo a mesma ocorrência, a história pode ter sido dessa forma. Assim, guardadas as devidas proporções, podem ser comparadas com as ocorrências ufológicas atuais.

ESTRANHOS ENVIADOS

Alguns meios científicos questionam a existência de avatares como Krishna, Buda, Maomé, Moisés e Jesus Cristo. Em outros meios se duvida dos feitos extraordinários desses ícones religiosos, mas não da sua existência. Alguns ramos da Psicologia falam do efeito de técnicas de oratória como a programação neurolinguística, bem utilizada em doutrinamentos religiosos pelo convencimento em massa, fazendo com que determinadas pessoas se sobressaiam ante a maioria. Grandes verdades atuais podem ser baseadas em mentiras do passado.
Surge agora a velha dúvida sobre o nascimento de Jesus e sobre os fatos estranhos ocorridos durante toda a sua vida. Em relação a Ana, persiste a dúvida se ela foi fecundada por Joaquim ou pelo anjo. Com Maria, a fecundação foi pelo Espírito Santo, como cita a Biblia nos quatro Evangelhos canônicos.
O que interessa, porém, é a conclusão de todo aquele processo que teve início com a retirada dos judeus do Egito, guiados por Moisés e seus companheiros divinos, tendo seu desfecho com a crucificação de Jesus,400 anos depois.

Estrela de Belem ou sonda?.
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ESTRELA DE BELÉM

Comecemos pela intrigante estrela de Belém. Nenhuma estrela chegaria tão perto da Terra, a ponto de indicar um local específico e parar sobre ele. Se isso ocorresse, a Terra seria completamente torrada. Da mesma forma, nenhum asteroide guiaria os reis magos a um determinado local, para depois levá-los de volta à sua pátria, como descrito no Evangelho de Tiago e no Evangelho Árabe da Infância (parte do livro ’Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia’).
Segundo o ufólogo Roberto Affonso Beck, as sondas ufológicas são de várias formas e tamanhos e, provavelmente, artefatos alienígenas saídos de veículos maiores. Desempenham várias funções junto à superfície terrestre. Beck também afirma que certos tipos de sondas costumam atacar pessoas. Tudo indica que estamos sendo monitorados por tecnologias desconhecidas.
Vendo por esse lado, é possível que a estrela de Belém fosse uma sonda programada para guiar os reis magos ao local do nascimento de Jesus e, depois, levá-los para o Oriente sem que estes encontrassem Herodes. Outro fato intrigante é revelado por Tiago. Quando José sai em busca de uma parteira, um estranho estremecimento do ar paralisa pessoas e animais. Ao retornar, José depara-se com a gruta sombreada por uma nuvem luminosa que, ao se afastar, deixa uma luz irresistível dentro da gruta, que se desfaz aos poucos e revela o menino Jesus.
Lembramos que Jesus não foi o único bebê com resplandecência luminosa ao nascer. Noé, por exemplo, era tão diferente das crianças da época que seu pai Lamec foi procurar o avô do menino para saber porque Noé tinha o corpo e os cabelos extremamente brancos e os olhos com um brilho incomum. Desconfiado, Lamec comenta com Matusalém, que Noé “com certeza não é de nossa espécie”. Isso confirma as características especiais dessa família descendente direta de Adão, principalmente no que se refere à longevidade.
Qual a constituição celular desses homens, já que a Bíblia afirma em Gênesis que Adão, Set, Enos, Cainã, Malael, Jared, Matsulalém, Lamec e, finalmente, Noé, viveram por quase mil anos cada um, à exceção de Enoque, que viveu 365 anos antes que “Deus o arrebatasse”?

CONCLUSÕES NÃO CONVENCIONAIS

Mediante essas análises, surge a velha pergunta polêmica de muitos: Jesus foi um extraterrestre?
Diante da infinidade de provas recolhidas entre documentos oficiais, filmes, relatos, artefatos, pinturas e desenhos arqueológicos, é mais viável para a comunidade científica atual acreditar em naves tripuladas
por seres de origem desconhecida do que em anjos, nuvens luminosas, carruagens de fogo, baleias que engolem e cospem homens na praia e outras referências bíblicas a fatos anormais.
Deixamos claro que as descrições contidas na Bíblia não representam, necessariamente, erros ou exageros de interpretação dos fatos. Nem pensar que esses anjos provenientes da Glória do Senhor não tenham realmente existido, caso contrário não estariam lá representados. Apesar das constantes afirmações de Jesus de que seu reino não era deste mundo e que na casa do seu Pai existiam várias moradas, nunca se contestou a divindade de sua alma, assim como a origem terrena de sua carne.
Logicamente, nem Maria nem Jesus foram seres extraterrestres em sua passagem carnal pela Terra, pois, segundo a Bíblia, nasceram de mães supostamente humanas e neste planeta. Mas quanto às suas constituições genéticas, não podemos afirmar o mesmo.
Com base nos estudos genéticos de Mendel – que foi um padre – podemos levantar três possibilidades básicas, com pequenas variações entre elas, da composição genealógica de Jesus e de Maria. Vejamos:

1. Joaquim teria fecundado Ana antes de partir para o pastoreio. Aqui, o anjo do Senhor apenas teve participação na cura da infertilidade de Ana. Nesse caso, Maria teve sua composição genética totalmente humana. Por sua vez, o óvulo de Maria foi inseminado artificialmente pela ação do Espírito Santo com o sêmem divino. Logo, Jesus era metade Divino e metade humano;

2. Consideremos agora que Ana tenha sido operada e inseminada artificialmente pelo anjo do Senhor. Nesse caso, Maria seria 50 % divina. Jesus seria, então, 75 % divino e 25 % humano.

3. Tanto Ana como Maria foram apenas meio de cultura biológica (em termos médicos) ou mãe de aluguel (em termos vulgares) para os embriões nelas inseridos pelo anjo e pelo Espírito Santo, respectivamente. Tanto Maria como Jesus seriam, então, 100 % divinos. Sem esquecer também que Maria ou Jesus (ou ambos) poderiam ter sido clonados, resultando numa constituição genética completamente desconhecida.

Absurdo? Se nos basearmos em suposições de provas documentais, não. Desde a Idade Média são encontradas pinturas, algumas encomendadas pelas igrejas, provavelmente baseadas em relatos ou documentos mais antigos ainda, que descrevem cenas Bíblias mostrando a presença de estranhos objetos voadores não identificados e os famosos discos voadores.
Os artefatos aparecem principalmente em cenas que falam de momentos da vida de Maria ou de Jesus, mostrando que, além da Bíblia, a Arqueologia e a arte também servem como provas da íntima relação de Maria e Jesus e os ÓVNIs. Concluímos que o Evangelho segundo a Ufologia não está muito longe da verdade. Talvez, estejamos mais perto dela do que imaginamos.

Isso é um pequeno fragmento de explicação sobre ETs que tiveram contato com profetas e “homens de Deus” resumido somente na Biblia excluindo as outras literaturas religiosas. Como se vê esta mais para ETs do que “Entidades Espirituais”

Vídeo: Alienígenas do Passado – Evidências Incontestáveis no Egito

Fonte: Internet,  Fernando de Aragão Ramalho
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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