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fev 22 2017

Caso Trans-en-Provence – França

Representação do objeto observado em Trans-en-Provence.
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Importante caso, ocorrido na França, em 8 de janeiro de 1981 e pesquisado pelo GEIPAN, que realizou rigorosa investigação científica no caso.

Introdução

Na tarde de 8 de janeiro de 1981, um estranho objeto pousou em uma fazenda próximo à vila de Trans-en-Provence, na região de Var, no sudeste da França. Tal objeto deixou vestígios no ambiente que foram coletados pela Gerndarmerie Francese (polícia francesa) e posteriormente analisados em laboratórios do governo francês.

Este foi um dos muitos casos investigados pelo GEPAN (Groupe d’Etudes des Phénomènes Aérospatiaux Non-identifiés), órgão de pesquisa ufológica oficial do governo francês ligado ao CNES (Centre National D’Études Spatiales), que é agência espacial do país.

O protagonista do caso foi o fazendeiro Renato Nicolai, com 55 anos na época, em cuja propriedade um OVNI pousou e decolou imediatamente. Quando isso ocorreu a testemunha, pensando tratar-se de um dispositivo militar em testes, entrou em contato com a Gerndarmerie que iniciou uma investigação do caso.

A principio entrevistaram a testemunha, depois coletaram amostras de solo e plantas no local do pouso. Estas amostras foram coletadas 24 horas após o ocorrido. Imediatamente o GEPAN foi avisado e participou das investigações. O GEPAN realizou novas coletas e medições no local repassando essas informações aos laboratórios de pesquisa.

NOTA TÉCNICA Nº16

O primeiro relatório do caso foi publicado pelo GEPAN em 1983 na “Nota Técnica nº 16, Inquérito 81/10, Analise de Vestígio, e está disponível no site do GEPAN. O Relatório apresenta fotografias do local, croquis, depoimentos e resultados de análises laboratoriais.

TESTEMUNHO

Minha atenção foi despertada por um pequeno ruído, uma espécie de pequeno assobio. Eu me virei e vi, no ar, um objeto que estava na altura de um pinheiro na borda da minha propriedade. Este objeto não estava girando, mas descia em direção ao chão. Eu só ouvi um ligeiro assobio. Não vi chamas, nem por baixo ou ao redor do navio.

Croqui representando o momento do contato.
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Enquanto o objeto continuava a descer eu cheguei mais perto, subi no alto de um chalé. Eu pude ver muito bem lá de cima do telhado. Dela lá eu vi o objeto pousar sobre chão.

Nesse momento o objeto começou a emitir um assobio constante e consistente. Depois ele decolou rapidamente chegando até a altura das árvores quando acelerou rapidamente em direção ao nordeste. Quando o objeto começou a subir eu vi debaixo dele quatro aberturas onde não havia fumaça ou fogo sendo emitido.

Eu estava nesse momento a 30 metros do local do pouso. Eu, posteriormente, andei pelo local e percebi um circulo de aproximadamente 2 metros de diâmetro. Em certos pontos no circulo haviam marcas

O objeto tinha a forma de dois pratos colocados um contra o outro. Ele deve ter aproximadamente 1 metro e meio. Tinha cor de chumbo. O objeto tinha uma borda ou faixa em torno de sua circunferência. Por baixo da cinta eu vi duas coisas que poderiam ser trens de pouso ou pés. Haviam também dois círculos parecidos com portas . Estes dois pés, ou trens de aterrissagens, tinham um comprimento de 20 centímetros por baixo do objeto.

ANÁLISE DAS AMOSTRAS

Local de pouso do objeto.
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As amostras de solo e alfafa coletadas no local de pouso, assim como as amostras de controle coletadas em diferentes distâncias do círculo foram submetidos à uma série de testes físicos e químicos no laboratório SNEAP, estudos de difração eletrônica na Universidade de Toulouse, espectrometria de massa por bombardeio de íons na Universidade de Metz, e analise bioquímica das amostras vegetais no National Institute of Agronomy Research (INRA), entre outros.

Toda a documentação do caso referente às investigações da Gendarmerie e do GEPAN, assim as analises nas amostras coletadas estão disponíveis na seção de referências, ao final do artigo:

ANÁLISES CIENTÍFICAS

O caso Trans-en-Provence é um dos casos mais documentados cientificamente da Ufologia. Cientificamente ficou comprovado que os traços ainda estavam perceptíveis 40 dias após ele ter ocorrido. Também ficou provado que a marca foi produzida por um objeto sólido que devido ao seu peso produziu grande pressão no local. Foi constatado um aquecimento imediatamente após o choque que atingiu 600º C. O pigmento da clorofila nas amostras afetadas caiu 50%. As folhas jovens resistiram mais aos danos ficando apenas com características de folhas velhas. Embora não tenha havido sinais de forças radioativas existem indícios de uma forte energia eletromagnética agindo no local.

Local de pouso do objeto.
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Em níveis bioquímicos, as análises foram feitas em relação à fotossíntese, lipídios, açucares e ácidos. Foram constatadas inúmeras diferenças entre as amostras de controle as amostras afetadas.

A maioria das mutações bioquímicas foram descobertas pelo cientista Michel Bounias, do INRA. Descrevendo as folhas jovens para jornalistas franceses em 1983, Bounias afirmou que “do ponto anatômico e fisiológico, elas tem todas as características de sua idade, mas elas apresentam as características bioquímicas de folhas em idade avançada: folhas velhas! E isso nos lembra que não sabemos nada de nosso planeta”.

Em um relatório publicado no Journal of Scientific Exploration, Bounias concluiu assim: “Não é o objetivo do autor identificar a exata natureza do fenômeno observado em 8 de janeiro de 1981 em Trans-en-Provence. Mas pode-se concluir razoavelmente que algo incomum ocorreu de forma consistente, com uma fonte eletromagnética de estresse. A mais notável coincidência é que ao mesmo tempo, o físico francês J. P. Petit traçou equações que levou, anos mais tarde (Petit, 1986), à evidências de que aqueles objetos voadores poderiam ser impelidos a voar em altas velocidades, sem turbulências, nem ondas de choque utilizando força a partir de efeitos de magnetohidrodinâmica de Laplace”.

 

 

 

 

Fonte: fenomenum.
Editado por: Arquivo X do Brasil.

 

 
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