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fev 21 2017

O Projeto Blue Book

Reunião do Alto comando da Força Aérea Americana.
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O Projeto Blue Book foi criado depois do Caso Roswell, a partir desse caso, aconteceram milhares de avistamentos. Será que Roswell foi o inicio dos avistamentos de UFOs? E esse projeto, comprova a existência de vida fora da Terra? Ou o governo dos EUA escondeu tudo?

Um dos mais célebres estudos de ufologia realizados por uma fonte oficial foi o Projeto Blue Book, conduzido pela Força Aérea americana entre 1952 e 1969. Por quase duas décadas, a equipe dessa força-tarefa investigou milhares de casos com o objetivo de verificar se os óvnis representavam uma ameaça à segurança nacional norte-americana. Naquela época, os Estados Unidos viviam uma verdadeira onda de avistamentos e o governo se viu forçado a estudar os casos de forma mais sistemática.

O Projeto Livro Azul investigou 12.618 aparições de OVNIs e 701 (5.6%) destas aparições continuam não-identificadas. Críticos acham que as investigações feitas das aparições de OVNIs eram feitas de forma errada e não cientificamente  Os críticos acreditam que o Projeto Livro Azul foi criado como uma mera campanha de relações públicas pelas Forças Aéreas americana para acalmar o medo do público em relação aos OVNIs. Os críticos ainda acreditam que a principal meta do projeto era esconder a verdade sobre os OVNIs.

Os resultados finais do Projeto Livro Azul foram

Relatório Especial número 14.
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Relatório Especial número 14

Nenhum OVNI encontrado, investigado e distinguido pelas Forças Aéreas nunca foi indicação para o uso de nossa segurança nacional. Nunca houve evidências encontradas ou descobertas pelas Forças Aéreas, as aparições “não-identificáveis” representam o desenvolvimentos tecnológicos ou princípios que passam pela marca de conhecimento científico moderno e nenhuma evidência indicou que as aparições possam ser consideradas como veículos extra-terrestres.

O Projeto Livro Azul determinou que as aparições de OVNIs foram o resultado de: uma leve forma de paranoia em massa, indivíduos que inventam tais relatos apenas pela publicidade e pessoas psicopatológicas.

O Projeto Livro Azul foi a continuação de antigos projetos militares para a investigação do fenômeno OVNI – como o Projeto Sign e Projeto Grudge. O quartel general do projeto era em Wright – Base da Força Aérea de Patterson. A missão do Projeto Livro Azul era investigar o alarmante número de aparições de OVNIs e tirar uma conclusão que consistisse na resposta de pergunta: “Qual é a origem dos OVNIs?”.

O Secretário das Forças Aéreas dos E.U.A. Robert C. Seamans Jr., terminou o projeto porque as Forças Aéreas dos E.U.A. não conseguiam mais justificar o projeto para o departamento de segurança nacional nem para departamento de estudos científicos. Depois de fechar o Projeto Livro Azul, as Forças Aéreas dos E.U.A. não demonstraram mais o mínimo interesse nas aparições de OVNIs

Relatório de Investigação.
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Críticos acreditam que os membros do Projeto Livro Azul esconderam a verdadeira estória sobre s OVNIs. Desde que o documento 16 fora divulgado, eles se perguntam o que aconteceu com o número 15. O programa utilizou pobres métodos de procura e os seus investigadores eram muito impulsivos para marcar uma aparição misteriosa como um ‘fenômeno identificado’.

O objetivo do Projeto Livro Azul era de explicar cada caso como ‘identificado’mesmo que não houvesse nenhum tipo de evidência suportando a explicação. Os críticos acreditam que os membros do Projeto Livro Azul foram pressionados para ‘identificar’as aparições de OVNIs para deixar o público calmo. Esta teoria foi comprovada com a recente divulgação de documentos através da CIA.

Eles também dizem que qualquer relato que não fosse explicável de qualquer forma e que fosse causar a atenção do público nunca foi incluído no Projeto Livro Azul. Eles dizem que estes relatos foram transmitidos para uma autoridade superior que nunca divulgou estes resultados para o público.

Os críticos acreditam que mesmo assim, o Projeto Livro Azul, sendo uma campanha de relações públicas das Forças Aéreas dos E.U.A., foi incapaz de identificar 5.5% dos casos. O que era o OVNI nestes casos? Será que estes casos deveriam receber um estudo mais aprofundado? Será que algum destes casos possa selar a maior descoberta do ser humano? O Projeto Livro Azul era suposto por um fim no debate sobre OVNIs, porém apenas intensificou a controvérsia.

Em 24 de junho de 1947, um piloto comercial, especializado em vôos de montanha, sobrevoava em seu avião o Monte Ranier, Estado de Washigton EUA,. Eram aproximadamente 15h quando o piloto observou 9 objetos em forma de pratos, de cor prateada a cerca de 9500 pés de altura. Os objetos voavam em forma retilínea. Um após ao outro, formavam algo parecido com uma corrente; alguns desses piscavam ligeiramente. O piloto acompanhou-os por cerca de cinco milhas. A classificação data pelo Projeto Livro Azul foi de aparente confiabilidade.

Nove Objetos no Ar.
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Por volta das 13h, vários observadores de terra, entre eles três membro do Esquadrão de Caça da Guarda Nacional americana, e um piloto particular avistaram um objeto em forma de moeda e de cor negra por cerca de 15 segundos; o objeto realizou várias manobras ziguezagueando enquanto subia, manobra pouco provável de ser realizada para as aeronaves da época.

O piloto da aeronave em voo pôde filmar por cerca de 10 segundos a manobra do objeto. Esses depoimentos foram considerados bons em todos os seus elementos pelos oficiais do Projeto Livro Azul.

O piloto da Real Força Aérea Canadense avistou no céu de Labrador (Canadá), por volta 1h28min, um objteo em forma de estrela, de cor branca-azulada e vindo em sua direção. A aproximação foi ao ponto de o objeto plainar verticalmente sobre a testemunha por cerca de 25 minutos.

No relatório de investigação da Força Aérea Norte-americana constou que não havia nenhuma hipótese de se tratar de outro avião ou um satélite, pois não havia nenhum registro de aeronave na região no momento do contato e o satélite possível para avistamento não poderia ter-se deslocado na velocidade com que foi vista pelo piloto, pois não existia registro dessa velocidade nos órgãos que controlam os satélites nos EUA. Classificado pelo Projeto Livro Azul como excelente confiabilidade no testemunho do piloto.

Base Aérea de Richards.
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Base Aérea de Richards

“Primeiro o objeto apareceu no ‘Cinto de Órion’ e se deslocou em arco até sudoeste, passando a 1 grau ao sul de ‘Sírius’ antes de sumir no horizonte”. Essas são as palavras do major da Força Aérea dos EUA e repetidas pelo engenheiro da Link, ambos astrônomos amadores.

Em abril de 1960, no Estado de Missouri, os dois avistaram este objeto por volta das das 8h25 por cerca de 2min. O Projeto Livrou Azul observou que a velocidade do objeto poderia ser grande devido a distância que separam a constelação e a estrela. Confiabilidade do testemunho: excelente.

Campanha de Desinformação

Como era de se esperar, o desfecho do Blue Book provocou críticas raivosas de ufólogos, para quem o projeto fora apenas mais um capítulo da política do governo de acobertamento dos fenômenos extraterrestres. Segundo esses ufólogos, as investigações teriam sido superficiais e utilizados métodos pouco científicos com o objetivo único de negar a hipótese de vida em outros planetas.

Os membros do projeto teriam sido pressionados a identificar os óvnis como fenômenos terrestres para evitar uma histeria coletiva no país. Os casos realmente sérios e inexplicáveis, que poderiam causar preocupação, teriam sido excluídos dos arquivos do Blue Book. Na realidade, o projeto teria sido um programa de desinformação criado para esconder da população a verdadeira investigação feita pelo governo sobre a presença de alienígenas na Terra.

Base Aérea Richards.
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Uma das pessoas que defendiam um estudo mais sério sobre os óvnis era o astrofísico Josef Allen Hynek, que fora consultor da Força Aérea americana no Projeto Blue Book. No começo, Hynek era cético em relação aos óvnis, mas, depois de analisar centenas de casos, chegou à conclusão de que eles deveriam ser estudados com mais seriedade.

Muitos acreditavam que, com o fim do Projeto Blue Book, o interesse em torno do assunto iria acabar. No entanto, relatos de avistamentos continuaram nas décadas seguintes, com contornos cada vez mais espetaculares.

Tornaram-se frequentes também testemunhos de supostos sequestros em naves espaciais, para o desespero de cientistas como Hynek, que achava que esse tipo de história muitas vezes sensacionalista poderia abalar a credibilidade dos mais convictos ufólogos. O assunto, no entanto, continua despertando polêmica até hoje. Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores.

Investigar OVNIS

Ovnis na Base Aérea Goose.
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O Projeto Livro Azul foi criado em 1952 para investigar as constantes visões de OVNIS que ocorriam nos EUA naquela época. Ele é considerado um dos maiores projetos criado para investigar fenômenos de natureza extra-terrena.

Durante as décadas de 50 e 60, o Projeto Livro Azul investigou e relatou centenas de casos ufológicos. Contudo, nenhum de seus relatórios mostrou que os métodos de pequisa podiam ser seguros para negar a existência de OVNIS, senão para gerar dúvidas sobre aqueles casos em que houve uma perspectiva excelente de contato.

É neste ponto que se criam as dúvidas sobre o Projeto. Aqueles casos em que ele classificou como possível o contato, não seriam eles verdadeiros? Não seria o Projeto um instrumento para criar confusão entre as opiniões científicas da época? Por que alguns relatórios não foram tornados públicos?

Vídeo: Disclosure Project – Projeto Revelação – Ufologia-Extraterrestres – Legendado

 

Fonte: Gustavo Pinto
Editado por: Arquivo X do Brasil

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1 menção

  1. […] Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores. Veja a seguir algumas dessas histórias, extraídas do livro O Fenômeno Óvni (coleção Mistérios do Desconhecido, da Abril Livros). A maquete O relato – O mecânico Paul Villa, morador de Albuquerque (Novo México), afirmou que fora convocado telepaticamente a comparecer num determinado local no dia 16 de junho de 1963. Na ocasião, ele teria conversado com os alienígenas e fotografado sua nave. A conclusão – O exame das fotografias demonstrou que o objeto era uma maquete de espaçonave com meio metro de diâmetro, pendurada diante de uma câmera. Villa acreditava mesmo ter entrado em contato com ETs e forjara provas para dar credibilidade a sua história. Luzes na janela O relato – O fotógrafo da guarda costeira Shell Alpert afirmou ter visto quatro luzes brilhantes através da janela de seu escritório em Salem, Massachusetts. Segundo Alpert, quando ele estava prestes a fotografá-las, elas haviam perdido a intensidade. O fotógrafo foi em busca de um colega e, ao voltar, as luzes brilhavam novamente. Alpert tirou a foto e as luzes desapareceram. O fato teria ocorrido em 16 de julho de 1952. A conclusão – Para os analistas, a foto parecia forjada por meio de dupla exposição. Onze anos depois, o caso foi novamente examinado. O novo veredicto apontou que a câmera havia captado reflexo das luzes da sala no vidro da janela. Trote de adolescente O relato – Dois irmãos adolescentes, Dan e Grant Jaroslaw, disseram ter visto um objeto em forma de disco e de cor cinza voando à baixa altitude e se movimentando rapidamente no céu, em Michigan. Uma foto foi tirada do objeto, cuja aparição teria ocorrido em 9 de janeiro de 1967. A conclusão – O exame da foto não permitiu que se identificasse o objeto. Os investigadores arquivaram o caso, assinalando: “Dados insuficientes para avaliação”. Anos depois, os irmãos Jaroslaw admitiram o trote: tinham fotografado um modelo de espaçonave perto de casa. Negativo retocado O relato – Uma foto mostrando três óvnis foi enviada ao Projeto Blue Book acompanhada de uma carta afirmando que os objetos eram redondos e tinham cerca de 15 metros de diâmetro. Ela teria sido tirada em 26 de setembro de 1960, na Itália. A conclusão – Ao analisar a foto, os investigadores observaram que os hipotéticos óvnis eram muito mais escuros que todos os outros elementos da imagem e que estavam fora de foco. O negativo poderia ter sido retocado. O veredicto: provável fraude. Fontes: Super Interessante e Arquivo X do Brasil […]

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