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mar 24 2017

O Povo Maia e os Alienígenas

Quetzalcoatl, principal divindade do panteão “maia / asteca”, representada por um pássaro / serpente ou uma serpente emplumada, é também o nome de um conceito cósmico, dando a idéia de ponte entre o animal e o divino..
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Muito ouvimos a respeito de 2012 e as profecias maias sobre o fim do mundo. Mais do que se tratam realmente essas profecias? Quem era esse povo e qual o mistério que o envolve? Trataremos desses temas aqui e juntos questionaremos alguns pontos cruciais acerca desta civilização tão enigmática e ao mesmo tempo tão avançada para seu tempo.

Os maias apareceram como grupos diferentes em 2.500 a.C. Nos séculos seguintes expandiram-se pela América Central e criaram uma série de cidades-Estado unidas pelas crenças religiosas comuns e, em particular, pelo comércio.

Durante milênios estiveram entre as civilizações mais avançadas do mundo. Construíram estradas melhores que as dos romanos e foram melhores cientistas que os gregos. Suas pirâmides eram erguidas iguais ao Egito. Teve a maior densidade demográfica da América pré-industrial: por exemplo, Tikal, uma cidade que hoje é Guatemala, cobria uma superfície de 129 Km² e possuía uma população estimada, no mínimo, em 50.000 habitantes.

Por volta de 900 d.C., entraram em crise e apenas alguns estados satélites sobreviveram. Quando os espanhóis invadiram a América Central, no século XVI, esses estados também desapareceram.

As maiores populações de maias contemporâneos encontram-se nos estados mexicanos de YucatánCampecheQuintana Roo e Chiapas, e nos países da América Central BelizeGuatemala, e nas regiões ocidentais de Honduras e El Salvador. O que houve por trás dessa súbita decadência? Durante séculos foi um mistério e, só recentemente começamos a reconstruir os quebra-cabeças da história Maia.

Na mitologia maia, Tepeu e Gucumatz (o Quetzalcoatl dos astecas) são referidos como os criadores, os fabricantes, e os antepassados. Eram dois dos primeiros seres a existir e se diz que foram tão sábios como antigos. Huracán, ou o ‘coração do céu’, também existiu e se lhe dá menos personificação. Ele atua mais como uma tempestade, da qual ele é o deus.

Abro aqui um espaço para reflexão, do qual eu mesmo exerci: Porque as mais proeminentes divindades antigas são representadas como “Deuses da Tempestade”? Zeus, Huracán, Xangô, Kalli, Lug, dentre tantos outros exercem um papel fundamental nos mitos criacionais e do controle da ordem natural.  Pois bem,  acompanhem meu raciocínio: sabemos que tempestades são fenômenos da natureza extremamente poderosos, desencadeando muito barulho, raios e destruição onde passam.

Hoje em dia, observando alguns lançamentos de foguetes espaciais, vemos como a decolagem de uma nave pode causar tremores de terra, um barulho ensurdecedor e muita destruição pela queima de combustível. Pergunto-me, serão estas as “divindades” os comandantes de antigas naves? Ou então eram possuidores de armas além da imaginação dos antigos povos, a ponto de serem considerados “deuses” devido ao seu poder de destruição incomensurável?

Pois bem, na continuação do mito, Tepeu e Gucumatz levam a cabo uma conferência e decidem que, para preservar sua herança, devem criar uma raça de seres que possam adorá-los. Huracán realiza o processo de criação enquanto que Tepeu e Gucumatz dirigem o processo. A Terra é criada, junto com os animais. O homem é criado primeiro de lama, mas este se desfaz. Convocaram então a outros deuses e tentaram criar a partir da madeira, mas este não possui nenhuma alma. Finalmente o homem é criado a partir do milho por uma quantidade maior de deuses e seu trabalho é completo.

Particularmente este momento da criação maia nos traz certa estranheza. Contudo se analisarmos novamente por uma ótica de colonização planetária, alguma “lógica”  pode-se extrair. O milho, como a grande maioria das pessoas sabe, é  um elemento de notável simplicidade e de manipulação genética (sendo um dos primeiros organismos a ser utilizados pela ciência moderna em experimentos de manipulação genética). Assim, talvez essa seja a simbologia embutida. A associação da criação do ser humano a experimentações genéticas e manipulação de tais materiais.

Em 1927, o arqueólogo britânico F.A. Michell-Hedges descobriu uma fascinante peça do artesanato maia. Trata-se de uma réplica perfeita de uma cabeça humana talhada em um bloco de cristal de quartzo. O modo como os maias fizeram esse objeto é considerado um mistério. Cientistas dizem que foram necessárias várias gerações de artesãos com 300 anos de dedicação ao polimento de cristal. A parte superior da boca atua como um prisma. Quando a caveira é iluminada por baixo, esse prisma projeta a luz para cima fazendo com que essa saia pelos olhos, dando um aspecto bem vivaz à escultura. A complexidade do desenho, assim como a do trabalho em geral, deu força à idéia de que a escultura teria sido feita com tecnologia extraterrestre.

Mantendo posse da caveira por vários anos, notou-se que ela tinha o poder de afetar seus sonhos e sua consciência. Em 1970 a caveira foi analisada em laboratório e fatos muito interessantes foram confirmados: a caveira foi esculpida sem levar em consideração a direção de crescimento do cristal, fator necessário para nossa atual tecnologia; não foi possível achar nenhum arranhão microscópico que indicasse o instrumento utilizado para esculpi-la; a caveira parecia dispor de um elaborado sistema interno de lentes e prismas, devido à forma que refletia e refratava a luz – e o cristal de quartzo não apresenta tais propriedades em seu estado natural; e que ninguém saberia como replicar tal caveira hoje.

Cranio de Cristal.
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Cranio de Cristal

Na pirâmide das Sagradas Inscrições, em Palanque, em 1952, foi descoberta um mausoléu de uma importância incalculável. No sarcófago, encontrou-se o esqueleto de um homem de 1,70m de altura aproximadamente, coberto de jóias e com uma máscara de jade que acentuava uma morfologia humana não pertencente à dos Maias.

A tampa do sarcófago (31 kg), toda em pedra, mostra uma inscrição surpreendente que representa o Deus Kukulcán enquanto pilotava um carro muito parecido aos que hoje conhecemos. O relevo é conhecido como a astronave de Palenque. O piloto está sentado no meio do veículo com o busto dobrado para frente; o pé apoia-se num pedal, e com as mãos maneja uns instrumentos; na cabeça tem um capacete transparente e no nariz um tubo ligado a uma espécie de aparelho para respirar.

Uma parede divisória separa o habitáculo do piloto da parte posterior do veículo, onde se percebem as diversas partes do motor e um conjunto de nuvens das quais saem chamas. Ainda que os templos e os palácios da civilização maia tenham sofrido danos irreparáveis, é possível decifrar de modo inequívoco a influência de civilizações extraterrestres.

Ônibus Espacial.
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Os vastos conhecimentos astronômicos dos maias são para nós assombrosos. Conheciam a existência de Urano e Netuno; sabiam que a Terra era redonda e chegaram a calcular o ano solar e venusiano com uma aproximação até quatro décimas (?!). Mas, como foi possível tudo isto? Como é que os palácios, os templos e as estátuas foram erguidos em honra aos deuses?

Um mito pré-colombiano recolhido no México por Juan de Torquemada, historiador espanhol do século XVI, por exemplo, afirmava que Quetzalcoatl era “um homem louro e corado, com uma longa barba”.

Ele condenou os sacrifícios, exceto de flores e frutos, e era conhecido como o deus da paz… De acordo com uma tradição particularmente notável da América Central, esse “sábio instrutor” veio do outro lado do mar em um barco que se movia por si mesmo, sem remos. Todas as lendas diziam inequivocamente que Quetzalcoatl / Kukulkan / Gucumatz / Votan / Izamana chegara à América Central procedente de algum lugar muito distante (do outro lado do “Mar Oriental”) e que, em meio a grande tristeza, ele viajara novamente na direção de onde viera.

Por que Quetzalcoatl teria ido embora? Qual foi o problema? As lendas mexicanas forneceriam respostas a essas perguntas? Diziam elas que o esclarecido e benevolente governo da Serpente Emplumada foi encerrado por Tezcatilpoca, cujo nome significava “Espelho Esfumaçado” e cujo culto exigia sacrifícios humanos. Parece que uma guerra quase cósmica entre as forças da luz e das trevas ocorreu no México antigo e que estas últimas triunfaram…  .

Tais como os muitos e diferentes povos e culturas que os precederam no México, os astecas acreditavam que o universo funcionava de acordo com grandes ciclos. Os sacerdotes afirmavam como fato corriqueiro, que quatro desses ciclos, ou “Sóis”, já haviam transcorrido desde a criação da raça humana. Na época da conquista, prevalecia o Quinto Sol, o mesmo Quinto Sol, ou época, que a humanidade ainda vive hoje. A explicação seguinte foi extraída de uma coleção rara de documentos astecas, conhecida como Vaticano-Latin Codex: 

Vaticano-Latin Codex.
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  • Primeiro Sol, Matlacli Atl; duração: 4.008 anos. Os que viveram nesse tempo comiam milho d’água, chamado atzitzintli. Nessa época, viviam os gigantes. (…) O Primeiro Sol foi destruído pela água no signo Matlactli Atl (Dez Águas). Foi chamado de Apachiohualiztli (inundação, dilúvio), ou a arte da feitiçaria da chuva permanente. Os homens foram transformadosem peixes. Dizem alguns que escapou apenas um casal, protegido por uma velha árvore que crescia perto da água. Outros dizem que houve sete casais, que se esconderam em uma caverna até passar a enchente e baixarem as águas. Eles repovoaram a terra e foram adorados como deuses em suas nações…
  • Segundo Sol, Ehecoatl; duração: 4.010 anos. Os que viveram nessa época comiam frutos silvestres, como o acotzintli. Esse Sol foi destruído por Ehecoatl (Serpente do Vento) e os homens foram transformados em macacos. (…) Um homem e uma mulher, no alto de uma rocha, foram salvos da destruição…
  • Terceiro Sol. Tleyquiyahuillo; duração: 4.081 anos. Os homens, descendentes do casal sobrevivente do Segundo Sol, comiam uma fruta chamada tzincoacoc. Esse Terceiro Sol foi destruído pelo fogo…
  • Quarto Sol. Tzontlilic; duração: 5.026 anos. Os homens morreram de fome após um dilúvio de sangue e fogo… ·.

 

Pedra do Sol.
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Outro “documento cultural” dos astecas que sobreviveu à destruição da conquista é a denominada “Pedra do Sol”, de Axayacatl, o sexto imperador da dinastia real. Esse monólito gigantesco, talhado em basalto maciço por volta do ano 1479 d.C., pesa 24,5t e consiste numa série de círculos concêntricos com inscrições, todas elas ostentando intrincadas afirmações simbólicas.

Da mesma forma que no códex, essas afirmações concentram-se na crença em que o mundo já passou por quatro épocas, ou Sóis. A primeira e mais antiga delas é representada pelo Ocelotonatiuh, o deus jaguar: “Durante esse Sol, viveram os gigantes criados pelos deuses, mas eles foram finalmente atacados e devorados pelos jaguares”.

O Segundo Sol é representado pela cabeça de serpente de Ehecoatl, o deus do ar. “Durante esse período, a raça humana foi destruída por fortes ventos e tufões, tendo sido os homens transformados em macacos”.

O símbolo do Terceiro Sol era a nuvem de tempestade e o fogo celestial: “Nessa época, tudo foi destruído por certa chuva de fogo que caiu do céu e por formação de lava. Todas as casas foram queimadas. Os homens foram convertidos em aves para sobreviver à catástrofe”. O Quarto Sol é representado pela cabeça da deusa da água, Chalchiuhlicue: “A destruição chegou sob a forma de chuvas torrenciais e de inundações. As montanhas desapareceram e os homens foram transformados em peixes”.

O símbolo do Quinto Sol, a época atual, é a face de Tonatiuh, o próprio deus-sol. Sua língua, apropriadamente descrita como uma faca de obsidiana projeta-se faminta da boca, sinalizando a necessidade de alimento sob a forma de sangue e corações humanos. Suas feições são enrugadas, a fim de indicar idade avançada, e ele aparece dentro do símbolo Ollin, que significa Movimento.

Por que será o Quinto Sol conhecido como “O Sol do Movimento”? Porque, “dizem os anciãos: nele haverá um movimento da terra e disso todos nós morreremos”.

Crânios Alongados ou Alienígenas?.
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E quando acontecerá essa catástrofe? Logo, segundo os sacerdotes astecas. Acreditavam eles que o Quinto Sol já era muito velho e que se aproximava do fim de seu ciclo (daí as rugas na face de Tonatiuh). Tradições antigas da América Central datavam o início dessa época em um período remoto correspondente ao quarto milênio a.C. de acordo com o calendário cristão. O método para lhe calcular o fim, porém, havia sido esquecido ao tempo dos astecas.

 

É sensível a todos a grande importância da civilização Maia, tendo influenciado todas as outras civilizações do antigo continente americano, inclusive nos despertando interesses até hoje em dia. Eles eram dotados de conhecimentos tão avançados, que nos causam estranheza e, dificuldade de compreender e reproduzir atualmente, mesmo dotados de nossa “ciência moderna”. Talvez não estejamos descobrindo novas tecnologias, e sim reaprendendo o que foi esquecido há muito tempo atrás. Conhecimentos dominados por uma civilização tão enigmática e tão avançada que talvez tenha sido instruída e escolhida por visitantes de outros mundos. As evidências estão à vista de todos. Cabe a cada um escolher em o que acreditar.

 


Vídeo: A conspiração Maia 

 


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Fonte: O Arquivo, Henrique Guilherme
Editado por: Arquivo X do Brasil

 
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